A semana costuma sempre ser muito corrida: Trabalho, estudo, trânsito, cuidar da casa, cuidar da família e um montão de problemas para resolver. São contas para pagar, filas de banco para frequentar, lotação do transporte público e tantas outras tarefas que se misturam e envolvem naturalmente o dia a dia. Quando chega o fim de semana, nada melhor do que se divertir, não é mesmo? Aí entra outra questão: Como se divertir?
A primeira coisa a ter em mente é que uma diversão deve refletir em entretenimento, em alegria, em bem estar. Portanto, não adianta nada querer se divertir se no fundo tudo acaba se transformando em conflito, confusão, exageros e problemas. Assim, ir a um estádio de futebol e assistir a uma bela partida, torcer pelo seu time é algo muito bom, mas o melhor é não ser tão fanático a ponto de gerar brigas, confusões e sofrimentos em demasia só por causa do resultado final da partida. Do mesmo jeito, ao sair a noite a um bar ou balada, ou ainda a qualquer outro lugar o melhor é ter controle de si enquanto estiver no local, sem desrespeitar aos outros, sem exageros na bebida, ou mesmo, sem abusar no trânsito se acaso beber, afinal diversão não combina com imprudência e irresponsabilidade.
Quanto a televisão, ela pode ser até um bom entretenimento, por ela se pode assistir filmes, programas de TV, jogar vídeo-game, assistir vídeos e DVD's, inclusive de músicas. Mas o que não se deve esquecer é também de buscar as atividades dinâmicas, os passeios, os exercícios físicos, os parques, afinal de contas, não adianta muito cultivar a vida sedentária. Outros cuidados são com os ambientes que são frequentados, quanto a praia, nunca esquecer o protetor solar, que inclusive é para ser usado em qualquer lugar exposto ao sol, e não abusar ao entrar no mar, pois o ideal é sempre buscar lugares seguros, que tenham salva-vidas próximos e de preferência o onde a correnteza não seja muito forte.
Quanto se frequenta lugares públicos ou festas à noite o ideal é sempre cuidar com as aglomerações e sempre ficar longe dos conflitos, tumultos e confusões e é lógico, ao sair com de menores cuidar com o ambiente em que sai com eles. Outro grande desatino que acontece nas festas de fim de semana é o exagero da comilância, é muitas vezes acompanhado de uma fraca alimentação no ponto de vista nutricional. Para depois não sentir a culpa e ter que procurar em seguida uma academia o melhor é controlar a alimentação nessas festas.
Outra coisa interessante, principalmente em baladas e festas noturnas é cuidar com as relações sexuais, pois sempre há uma chance muito grave de contração de DSTs ou mesmo de gravidez indesejada. Sem contar que uma noite animada não precisa estar acompanhada de abusos sexuais, exagero com bebidas alcoólicas e mesmo uso de drogas.
O lazer é muito bom e útil, pois é por meio dele que a pessoa se distrai, alivia o estresse e a tensão do dia-a-dia e permite a pessoa que aproveite as coisas boas de sua cidade e região onde mora, mas se não houver parcimônia, ao invés do lazer se tornar uma distração ele acaba perdendo essa capacidade e se tornando um problema maior ainda.
terça-feira, 5 de maio de 2015
segunda-feira, 6 de abril de 2015
O preço da liberdade
Às vezes, as pessoas acham que o poder aquisitivo pode deixar as pessoas mais livres de modo a ter acesso a muitas comodidades, tecnologias, gostos, viagens, iguarias. O que se imagina é que quando uma pessoa é rica ou milionária ela pode facilmente comprar um imóvel onde quiser, pode escolher a melhor cidade ou bairro, se quer na praia, nas montanhas ou fazendas de vastos hectares,isto sem contar nos carros luxuosos, jatos particulares, festas badaladas e eventos elegantes. Enfim parece que tudo que quiserem está logo à mão, ao alcance.
Quando se analisa profundamente essa situação, o que se vê não parece retratar definitivamente essa realidade, pois em geral, quanto mais as pessoas tem a intenção é que mais elas procuram proteger o que tem, proteção essa que acaba privando ela de certos contatos e acabe gerando mecanismos e métodos que de certa forma a aprisionam a aquilo que tem. Isto lógico que é reflexo de um sentimento de insegurança, assim quanto mais se tem mais se procura os meios de proteção, como muros altos, cercas elétricas, portões trancados, alarmes, os diversos seguros, segurança armada e assim por diante, até mesmo contato com algumas pessoas no dia a dia se torna questão de perigo.
De fato, isso por vezes não se reflete a proteção de bens materiais, mas também no convívio entre os cidadãos. Quando as pessoas vivem trancadas em suas casas, ou mesmo, em diversos casos cercadas por seguranças, há a criação de um meio que isola o contato delas com os demais indivíduos, e muitas vezes isso vai além do isolamento com aqueles que para ela representem situação de risco. Assim, não seria nada absurdo imaginar que para elas alguns ambientes não se tornam atrativos e por vezes são vistos como locais de agravo. Além do mais, quando se prende aos pensamentos da sociedade, certos hábitos podem facilmente ser vistos com desprezo, algo que se torna vexatório e ridicularizado.
Conseguir muito dinheiro e muitos bens dentro da sociedade de convívio pode facilmente levar o indivíduo ao sentimento de medo e insegurança, devido a caso de assaltos, sequestros, furtos, latrocínio, entre outros. Outro caso podem acontecer pelos hábitos adotados pela sociedade, a preocupação com o que a sociedade pensa também interfere em suas decisões e assim as torna limitadas. De qualquer modo, a aquisição de bens e daquilo que se idealiza para uma boa vida é muito bom, mas sempre haverá um preço a ser pago.
Quando se analisa profundamente essa situação, o que se vê não parece retratar definitivamente essa realidade, pois em geral, quanto mais as pessoas tem a intenção é que mais elas procuram proteger o que tem, proteção essa que acaba privando ela de certos contatos e acabe gerando mecanismos e métodos que de certa forma a aprisionam a aquilo que tem. Isto lógico que é reflexo de um sentimento de insegurança, assim quanto mais se tem mais se procura os meios de proteção, como muros altos, cercas elétricas, portões trancados, alarmes, os diversos seguros, segurança armada e assim por diante, até mesmo contato com algumas pessoas no dia a dia se torna questão de perigo.
De fato, isso por vezes não se reflete a proteção de bens materiais, mas também no convívio entre os cidadãos. Quando as pessoas vivem trancadas em suas casas, ou mesmo, em diversos casos cercadas por seguranças, há a criação de um meio que isola o contato delas com os demais indivíduos, e muitas vezes isso vai além do isolamento com aqueles que para ela representem situação de risco. Assim, não seria nada absurdo imaginar que para elas alguns ambientes não se tornam atrativos e por vezes são vistos como locais de agravo. Além do mais, quando se prende aos pensamentos da sociedade, certos hábitos podem facilmente ser vistos com desprezo, algo que se torna vexatório e ridicularizado.
Conseguir muito dinheiro e muitos bens dentro da sociedade de convívio pode facilmente levar o indivíduo ao sentimento de medo e insegurança, devido a caso de assaltos, sequestros, furtos, latrocínio, entre outros. Outro caso podem acontecer pelos hábitos adotados pela sociedade, a preocupação com o que a sociedade pensa também interfere em suas decisões e assim as torna limitadas. De qualquer modo, a aquisição de bens e daquilo que se idealiza para uma boa vida é muito bom, mas sempre haverá um preço a ser pago.
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domingo, 1 de março de 2015
Resumo Carnaval: Festa Cristã ou Pagã
Segundo a história, o Carnaval é uma
festa de origem grega realizada em meados dos anos 600 a 520 a.C. para
agradecer aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. A festa passou a
ser incorporada pela Igreja Católica por volta do ano 590 d.C. regida pelo ano
lunar do Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado como o
“adeus à carne” ou do latim “carne vale” dando origem ao termo “Carnaval”. Era
costume durante o Carnaval os festejos populares, cada cidade brincando aos
seus modos com suas tradições. Essa festa antecede o período da Quaresma,
iniciada na Quarta-feira de Cinzas, período ao qual o povo cristão costuma
praticar jejuns e abstinência de carne. Além do mais, ao cristão o período da
Quaresma é um período mais reflexivo, de conversão, práticas de penitências e
de acolhimento à família, fazendo, portanto que o Carnaval como uma “festa de
despedida” antes de transitar para a Quaresma.
No Carnaval moderno foram
acrescentados desfiles e fantasias, produto da sociedade vitoriana do século
XIX. Paris é o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo.
Atualmente há uma diversidade de costumes e tradições para comemorar essa festa
em vários cantos do mundo.
O
Carnaval é uma festa para se divertir e se alegrar, mas nunca se deve
esquecer-se do bom senso e cometer abusos, portanto, se divirta à vontade, mas
sempre com moderação.
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Presente ou distante
Os estudos a distância são muito comuns atualmente, além deles há também os semi-presenciais, ou seja, aqueles em que o aluno realiza a metade de seus estudos a distancia e a outra metade na instituição de ensino, normalmente as aulas práticas em laboratórios. Agora além dos estudos, algumas empresas já estão aderindo também ao trabalho à distância, em que a pessoa pode trabalhar normalmente sem sair de casa.
Há uma tendência de que futuramente diversas atividades sejam realizadas à distância, dentre as vantagens para isso está a comodidade e o conforto, a flexibilidade de horário, a redução de perda de tempo devido a deslocamentos e de certa maneira também a redução de alguns custos. No entanto alguns cuidados devem ser tomados, como atentar-se a atividade sem desprender o foco dela, uma vez que no ambiente domiciliar a dispersão da atenção pode ser bem maior. Toda tarefa realizada à distância também precisa de disciplina, da mesma forma com que aconteceria se o ambiente fosse uma escola, escritório, empresa ou qualquer outro estabelecimento adequado a atividade realizada.
Outro fator implica na autonomia da pessoa, no caso dos estudos ela própria se torna responsável pela busca de seu conhecimento sem ter o amparo do professor de modo imediato. No estudo por correspondência, quando o aluno tem uma dúvida ou ele procura nos livros ou escreve uma carta ou mensagem ao seu professor e espera até que a resposta chegue, sendo que corre o risco de sua dúvida não ser sanada. Além do mais, a pessoa ao realizar suas atividades em seu ambiente domiciliar ela acaba perdendo o contato direto com outras, de modo que se comunicará quase sempre á distância, seja via telefone, carta, correio eletrônico, telegrama, entre outros.
De qualquer forma, atividades à distância, seja estudo, trabalho ou qualquer outra vem se tornando cada vez mais frequente em diversas partes do mundo e inclusive se mostrando uma tendência para o futuro. Portanto, não se deve estranhar que atividades que são comumente realizadas de modo presencial venham a ser feitas a distância, como por exemplo as cirurgias médicas.
Há uma tendência de que futuramente diversas atividades sejam realizadas à distância, dentre as vantagens para isso está a comodidade e o conforto, a flexibilidade de horário, a redução de perda de tempo devido a deslocamentos e de certa maneira também a redução de alguns custos. No entanto alguns cuidados devem ser tomados, como atentar-se a atividade sem desprender o foco dela, uma vez que no ambiente domiciliar a dispersão da atenção pode ser bem maior. Toda tarefa realizada à distância também precisa de disciplina, da mesma forma com que aconteceria se o ambiente fosse uma escola, escritório, empresa ou qualquer outro estabelecimento adequado a atividade realizada.
Outro fator implica na autonomia da pessoa, no caso dos estudos ela própria se torna responsável pela busca de seu conhecimento sem ter o amparo do professor de modo imediato. No estudo por correspondência, quando o aluno tem uma dúvida ou ele procura nos livros ou escreve uma carta ou mensagem ao seu professor e espera até que a resposta chegue, sendo que corre o risco de sua dúvida não ser sanada. Além do mais, a pessoa ao realizar suas atividades em seu ambiente domiciliar ela acaba perdendo o contato direto com outras, de modo que se comunicará quase sempre á distância, seja via telefone, carta, correio eletrônico, telegrama, entre outros.
De qualquer forma, atividades à distância, seja estudo, trabalho ou qualquer outra vem se tornando cada vez mais frequente em diversas partes do mundo e inclusive se mostrando uma tendência para o futuro. Portanto, não se deve estranhar que atividades que são comumente realizadas de modo presencial venham a ser feitas a distância, como por exemplo as cirurgias médicas.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Aproveitar o tempo
Como muitos sabem, o tempo é uma convenção humana, desde a antiguidade o homem procurava controlar o tempo, e para isso ele se baseava principalmente na observação da natureza, em especial na contagem das luas. Para o controle da plantação e a da ta da colheita ele se orientava por essa técnica e a partir daí sabia o tempo exato em que poderia colher o que plantava. Muitas foram as tecnologias e sofisticações que vieram após para o controle mais eficaz do tempo, e mesmo assim muitos ainda reclamam falta de tempo.
É muito recorrente que nas grandes e médias cidades o ritmo da população é bem acelerado, são muitas as tarefas as quais as pessoas se submetem, como trabalho fora, trabalho em casa, estudo, filas de banco, cuidar de crianças e mais um monte de atividades que enchem a rotina de tarefas da população. Além de cumprir as obrigações ainda há os momentos de entretenimento, as saídas com os amigos, cônjuges, recepção aos familiares e assim por diante.
Não é fácil que em uma rotina como esta de fato reparar o passar do tempo e mesmo as coisas mais simples que ocorrem dentro daqueles intervalos de instantes em que pessoas e pessoas ficam mais e mais ocupadas. Muitos dizem que o tempo é psicológico, que o exato momento que se vive determina a velocidade com que ele passa, se momentos são bons, produtivos, prazerosos ou quando muito se depende dele, em exames por exemplo, mais rápido ele passa. Do contrário, enfrentando filas, em momentos de tédio ou quando há uma ansiedade muito intensa para que o tempo chegue rápido ele se lento. A verdade é que o tempo é o mesmo, o mesmo convencionada desde os primórdios da história da humanidade.
O tempo sempre existiu da mesma forma, se se acha que ela está muito rápido e não está dando para fazer nada ou muito pouco o ideal é recalcular a quantidade de atividades e administrá-las dentro do que dá para ser feito. Afinal de contas, mais produtivo será o tempo se parar de reclamar a sua falta por aquilo que não se consegue cumprir dentro do prazo e passar a ver realmente tudo o que se pode fazer, tudo que há de bom e ver que se há o tempo o melhor é aproveitá-lo ao máximo.
É muito recorrente que nas grandes e médias cidades o ritmo da população é bem acelerado, são muitas as tarefas as quais as pessoas se submetem, como trabalho fora, trabalho em casa, estudo, filas de banco, cuidar de crianças e mais um monte de atividades que enchem a rotina de tarefas da população. Além de cumprir as obrigações ainda há os momentos de entretenimento, as saídas com os amigos, cônjuges, recepção aos familiares e assim por diante.
Não é fácil que em uma rotina como esta de fato reparar o passar do tempo e mesmo as coisas mais simples que ocorrem dentro daqueles intervalos de instantes em que pessoas e pessoas ficam mais e mais ocupadas. Muitos dizem que o tempo é psicológico, que o exato momento que se vive determina a velocidade com que ele passa, se momentos são bons, produtivos, prazerosos ou quando muito se depende dele, em exames por exemplo, mais rápido ele passa. Do contrário, enfrentando filas, em momentos de tédio ou quando há uma ansiedade muito intensa para que o tempo chegue rápido ele se lento. A verdade é que o tempo é o mesmo, o mesmo convencionada desde os primórdios da história da humanidade.
O tempo sempre existiu da mesma forma, se se acha que ela está muito rápido e não está dando para fazer nada ou muito pouco o ideal é recalcular a quantidade de atividades e administrá-las dentro do que dá para ser feito. Afinal de contas, mais produtivo será o tempo se parar de reclamar a sua falta por aquilo que não se consegue cumprir dentro do prazo e passar a ver realmente tudo o que se pode fazer, tudo que há de bom e ver que se há o tempo o melhor é aproveitá-lo ao máximo.
sábado, 20 de dezembro de 2014
Estresse do Final de Ano
Nessa época é muito comum as correrias para preparar a ceia natalina, o réveillon, os presentes, o amigo secreto, os congestionamentos e filas. Nas ruas, nas lojas, nos shoppings, comércios populares, enfim, é sempre um tumulto de pessoas que se deixam tomar pela pressa, pela procura dos melhores produtos. Todos querem preparar a melhor ceia, acertar nos presentes, fazer com que tudo fique perfeito e com isso aparece a ansiedade, o estresse.
Então logo se pergunta: Afinal, o final de ano não era para ser uma época de descanso? A verdade é que nem sempre é assim. Os que ficam em casa normalmente tiram o momento para arrumá-la, para limpeza ou até mesmo nova construção, já os que saem enfrentam congestionamento, filas, procura de lugares para estacionamento, tudo para conquistar um espaço para os festejos de final de ano. Com tudo isso seria normal acreditar que final do ano não seja uma época simplesmente para relaxar, mas também, como apontam pesquisas e estatísticas, um momento em que há um aumento na taxa de estresse das pessoas.
Com ou sem estresse, o ideal é sempre planejar e no fundo não se preocupar tanto com tendências que se tornam muito comum na vida das pessoas, afinal, o melhor é aproveitar estes momentos para descansar e curtir mais a vida, fazer coisas novas e procurar evitar aborrecimentos.
Imagem disponível em hiltonmorumbi.com.br
domingo, 14 de dezembro de 2014
Aprender: Dor ou prazer?
Há uma célebre frase que diz que a vida é um eterno aprendizado, quanto mais vivemos mais experiência ganhamos e mais história temos a contar. Muitas podem ser as técnicas a serem desfrutadas para alcançar o aprendizado e por vezes muitos são os prazos determinados para que se aprenda sobre algo determinado. No entanto, comumente são dois os caminhos mais propícios para se alcançar o aprendizado: Pela dor ou pelo prazer.
Como aprendizado baseado na dor tem-se o castigo, ou seja, aprende-se pelo medo da trágica consequência decorrente de não realizar, ou não conseguir, uma determinada tarefa. Como exemplo, seria o aluno que não alcança a média final mínima para ser aprovado para a série, ano, seguinte do seu período escolar, que como castigo deve refazer a mesma série. No exemplo houve a falta de aprendizado da disciplina lecionada, se o aluno, mesmo que não goste de estudar a disciplina, se dedica para aprendê-la com a finalidade de simplesmente ser aprovado nela, teríamos um aprendizado estimulado pela dor. Talvez o mesmo aluno, fosse pressionado pelos pais que poderiam facilmente castigá-lo caso não alcançasse o objetivo. As demais formas de reprimir erros consistem em formas de disciplinar o individuo e desta forma forçá-lo a aprender a viver do modo considerado correto. Uma repressão típica pode se dar por advertências verbais. Castigos ainda podem ocorrer por abstinências impostas ou atos de contato físico (quando pais surram os filhos, por exemplo).
Já o aprendizado pelo prazer consiste não naquele imposto, mas aquele que se alcance pela vontade real de obtê-lo. Seria aquele "aprender pelo (gosto) aprender". É lógico que mesmo que se tenha um enorme estímulo para obter certo aprendizado não isenta as dificuldades de se aprender, no entanto, devido a vontade demonstrada, as dificuldades aparentemente tornam-se reduzidas, pois a visão do aprendizado é mais otimista quando se há prazer em aprender do que quando se trata de uma tentativa de aprender para simplesmente se livrar de algo que assusta, uma vez que o aprendizado pela dor é estimulado pelo medo.
De qualquer forma, seja por medo ou por gosto, o processo de aprendizado é contínuo e cada um carrega em si uma vasta experiência de vida que aumenta conforme a vivência diária. Sejam nos livros, nos meios de comunicação, nas viagens, no quotidiano, nas conversas com as pessoas. Enfim, sempre estaremos a aprender e nunca cessaremos este processo, afinal todo dia há algo novo a aprender.
Como aprendizado baseado na dor tem-se o castigo, ou seja, aprende-se pelo medo da trágica consequência decorrente de não realizar, ou não conseguir, uma determinada tarefa. Como exemplo, seria o aluno que não alcança a média final mínima para ser aprovado para a série, ano, seguinte do seu período escolar, que como castigo deve refazer a mesma série. No exemplo houve a falta de aprendizado da disciplina lecionada, se o aluno, mesmo que não goste de estudar a disciplina, se dedica para aprendê-la com a finalidade de simplesmente ser aprovado nela, teríamos um aprendizado estimulado pela dor. Talvez o mesmo aluno, fosse pressionado pelos pais que poderiam facilmente castigá-lo caso não alcançasse o objetivo. As demais formas de reprimir erros consistem em formas de disciplinar o individuo e desta forma forçá-lo a aprender a viver do modo considerado correto. Uma repressão típica pode se dar por advertências verbais. Castigos ainda podem ocorrer por abstinências impostas ou atos de contato físico (quando pais surram os filhos, por exemplo).
Já o aprendizado pelo prazer consiste não naquele imposto, mas aquele que se alcance pela vontade real de obtê-lo. Seria aquele "aprender pelo (gosto) aprender". É lógico que mesmo que se tenha um enorme estímulo para obter certo aprendizado não isenta as dificuldades de se aprender, no entanto, devido a vontade demonstrada, as dificuldades aparentemente tornam-se reduzidas, pois a visão do aprendizado é mais otimista quando se há prazer em aprender do que quando se trata de uma tentativa de aprender para simplesmente se livrar de algo que assusta, uma vez que o aprendizado pela dor é estimulado pelo medo.
De qualquer forma, seja por medo ou por gosto, o processo de aprendizado é contínuo e cada um carrega em si uma vasta experiência de vida que aumenta conforme a vivência diária. Sejam nos livros, nos meios de comunicação, nas viagens, no quotidiano, nas conversas com as pessoas. Enfim, sempre estaremos a aprender e nunca cessaremos este processo, afinal todo dia há algo novo a aprender.
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