Geralmente a ideia de liberdade é associada a capacidade do fazer tudo que quiser, tudo que possa ser permitido, ou em modos mais radicais, escolha o que quiser e tudo é permitido. Diz que a geração atual, principalmente a juventude, geração "Y", é uma geração criativa, alternativa, busca o diferente, desafiadora, cheia de energia. A liberdade por vezes é defendida como a capacidade de escolher o que quiser, o estilo de vida que quiser, ela deve ser total e respeitada. Nesse ponto de vista, pessoas de características mais conservadores passam a ser consideradas antiquadas, ultrapassadas e por vezes preconceituosas.
É lógico que a liberdade é algo muito bom, todos gostam de dela, é algo muito bom poder desfrutar da tomada independente de decisões. No entanto, liberdade não pode ser confundido com libertinagem, que é o mal uso da liberdade, que tudo pode ser permitido ser regras. Sabe-se que opiniões dispares geram conflito entre elas e que toda liberdade traz consigo responsabilidades.
É visto que direitos civis são alcançados com o respeito pela liberdade e pelas responsabilidades que vêm com ela e que para isto é necessário disciplina. Liberdade descontrolada pode transformar-se em libertinagem. Certamente obedecer pontos de vista constitui-se em um dos fatores necessários para a pacífica vivência em sociedade e valorização da cidadania, mas os pontos de vista também devem estar centrados na observância das leis e normas de convívio em sociedade e não podem ser vistas como soberanas, a ponto que outros pontos de vistas se tornem insignes e submissos. Portanto, respeitar um ponto de vista não deve ser visto como sinônimo de aceitar aquele ponto de vista, o respeito por si deve existir mesmo na discordância de opiniões. Desta forma, para duas opiniões ou decisões em conflito a solução está em um estudo consciente e imparcial visando a sua melhor resolução, eliminando ou minimizando o máximo possível o dano provocado a ambas as partes.
Pessoas conservativas não significam, ou pelo menos não deveriam, pessoas preconceituosas, elas simplesmente tendem a seguir uma disciplina mais organizada e rígida. Sempre que opiniões alheias são descartadas sem uma justificativa plausível ou ao menos sejam refletidas justamente se pode dizer que não se trata de uma questão disciplinar, mas meramente excludente e neste caso pode significar preconceito. Por outro lado, pessoas de pensamento radical ou de ideias amplamente liberais não representam uma boa vantagem também, pois pode recair severamente em impulsividade, descontrole, desordem, indisciplinabilidade e incoerência. Portanto, liberdade com disciplina, liberdade com responsabilidade.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
A Reciclagem dos Saberes
Um dos maiores anseios do ser humano certamente é entender o mundo a sua volta, o como as coisas funcionam, o porquê de acontecerem daquele jeito, as curiosidades mais intrigantes e tudo que há a ser desvendado neste universo a fora. Lógico que a isso tudo o ser humano se sustenta na ciência, usando métodos científicos propícios. Tão logo o conhecimento humano se baseia na ciência e em tudo que ela pode ajudar a desvendar e trazer a compreensão. Certamente o ser humano ainda não descobriu tudo o que há a ser descoberto e portanto segue em suas pesquisas e estudos. Com o tempo, mais e mais coisas são descobertas e conhecimentos sendo constantemente renovados e se o mundo não é concebido de forma estática e sofre constantemente mudanças então as concepções que se tem dele também estão frequentemente sendo alteradas. Tão logo a "reciclagem" dos saberes passa a ser necessária.
Bem antigamente, quando o homem não possuía um conhecimento cientifico apurado era muito comum explicar os fenômenos da natureza pela vontade dos deuses, voltado a um cunho religioso. Com o tempo o ser humano passou a perceber que poderia explicar os fenômenos da natureza recorrendo o pesquisas e observações, criando métodos científicos e assim aprimorando o conhecimento da ciência. No entanto, mesmo as explicações de certas ocorrências ao longo da história apoiadas em estudos científicos passaram por correções e mudanças em suas concepções. A base da ciência se deu por filósofos, que eram ditos como os amigos do saber, praticantes da filosofia (filo = amigo, sofia = conhecimento, saber). Os filósofos usavam muito das observações, registros e reflexões para desenvolver o conhecimento que tinham de mundo e dos fenômenos da natureza. No entanto, de épocas em épocas as percepções eram aprimoradas ou mesmo corrigidas, muito devido ao avanço da tecnologia ao propiciar recursos cada vez mais apurados para estudar o observar as concepções e também a questões culturais e ao próprio anseio humano.
A concepção de certos aprendizados por meio da ciência se baseia praticamento em dois métodos: Método racionalista ou cartesiano (René Descartes), com base no uso da razão, e o método empírico, observações e experimentos. De qualquer forma, a ciência não é capaz de explicar tudo o que ocorre no universo e todos os anos mais e mais conhecimentos são gerados, concepções são debatidas e dados atualizados. Embora, muitos imaginem o conhecimento cientifico como a base para explicar toda a natureza, não é prudente ignorar os conhecimentos de cunho religioso, conhecimentos filosóficos e empíricos (baseados unicamente no ato de observação, sem aprofundamento cientifico). Dentre os conhecimentos empíricos se tem os saberes populares, próprios do folclore, que não mais são do que a simples tradição de conhecimento que são transmitidos de geração em geração por meio do ato da observação e vivência de uma determinada cultura.
Explicar cientificamente conhecimentos de cultura popular não representa um anseio para aqueles de estão inseridos nessa cultura, assim como também não era a preocupação dos povos antigos ao responsabilizar aos deuses certos fenômenos naturais. Muito do que as religiões pregam não estão ao alcance da ciência para explicar a existência, como os mistérios a respeito da vida após a morte, reencarnações, seres celestiais, o céu e o inferno, enfim. Também a filosofia é capaz de tornar os conhecimentos críticos por meio de interrogações e reflexões bem aprofundadas. Portanto colocar a ciência como destaque do conhecimento é algo muito arriscado.
O saber científico não é um saber estático, principalmente quando ele se baseia em estáticas, como no caso da população de uma Nação, Estado ou município que varia de acordo com o ano da pesquisa (censo). Além do mais, o conhecimento evolui, novas situações, fenômenos e ocorrências surgem e tudo contribui para aprofundar estudos e conhecimentos, alterando e reciclando saberes.
Bem antigamente, quando o homem não possuía um conhecimento cientifico apurado era muito comum explicar os fenômenos da natureza pela vontade dos deuses, voltado a um cunho religioso. Com o tempo o ser humano passou a perceber que poderia explicar os fenômenos da natureza recorrendo o pesquisas e observações, criando métodos científicos e assim aprimorando o conhecimento da ciência. No entanto, mesmo as explicações de certas ocorrências ao longo da história apoiadas em estudos científicos passaram por correções e mudanças em suas concepções. A base da ciência se deu por filósofos, que eram ditos como os amigos do saber, praticantes da filosofia (filo = amigo, sofia = conhecimento, saber). Os filósofos usavam muito das observações, registros e reflexões para desenvolver o conhecimento que tinham de mundo e dos fenômenos da natureza. No entanto, de épocas em épocas as percepções eram aprimoradas ou mesmo corrigidas, muito devido ao avanço da tecnologia ao propiciar recursos cada vez mais apurados para estudar o observar as concepções e também a questões culturais e ao próprio anseio humano.
A concepção de certos aprendizados por meio da ciência se baseia praticamento em dois métodos: Método racionalista ou cartesiano (René Descartes), com base no uso da razão, e o método empírico, observações e experimentos. De qualquer forma, a ciência não é capaz de explicar tudo o que ocorre no universo e todos os anos mais e mais conhecimentos são gerados, concepções são debatidas e dados atualizados. Embora, muitos imaginem o conhecimento cientifico como a base para explicar toda a natureza, não é prudente ignorar os conhecimentos de cunho religioso, conhecimentos filosóficos e empíricos (baseados unicamente no ato de observação, sem aprofundamento cientifico). Dentre os conhecimentos empíricos se tem os saberes populares, próprios do folclore, que não mais são do que a simples tradição de conhecimento que são transmitidos de geração em geração por meio do ato da observação e vivência de uma determinada cultura.
Explicar cientificamente conhecimentos de cultura popular não representa um anseio para aqueles de estão inseridos nessa cultura, assim como também não era a preocupação dos povos antigos ao responsabilizar aos deuses certos fenômenos naturais. Muito do que as religiões pregam não estão ao alcance da ciência para explicar a existência, como os mistérios a respeito da vida após a morte, reencarnações, seres celestiais, o céu e o inferno, enfim. Também a filosofia é capaz de tornar os conhecimentos críticos por meio de interrogações e reflexões bem aprofundadas. Portanto colocar a ciência como destaque do conhecimento é algo muito arriscado.
O saber científico não é um saber estático, principalmente quando ele se baseia em estáticas, como no caso da população de uma Nação, Estado ou município que varia de acordo com o ano da pesquisa (censo). Além do mais, o conhecimento evolui, novas situações, fenômenos e ocorrências surgem e tudo contribui para aprofundar estudos e conhecimentos, alterando e reciclando saberes.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Agradecer por Obrigação
Desde cedo os filhos são educados pelos pais: "Quando te fizerem um favor agradeça, diga obrigado". E tão logo o cumprimento obrigado se torna um sinal de educação e gentileza. O que por muito se torna estranho é que a palavra obrigado nada mais é do que o particípio do verbo obrigar e quando se para para refletir profundamente sobre isto se reforça a ideia de que agradecer a um favor deve ser visto sempre como uma obrigação e a frase dos pais ao educar seus filhos passa a significar: Se te fizerem um favor você tem a obrigação de correspondê-lo agradecendo.
Dizer obrigado a alguém corresponde a uma obrigação moral que remete a uma dívida de favor, desse modo, obrigado serve para indicar alguém está em dívida a outro por um favor que lhe foi prestado, assim da mesma maneira que a pessoa foi ajudada ela também deve se sentir no favor de retribuir. Isto também serve para responder ao porquê da flexão do vocábulo em gênero e número. Uma mulher ao agradecer irá dizer: "Estou obrigada a retribuir o seu favor", enquanto que a um homem seria: "Sinto-me obrigado em retribuir o seu favor". O mesmo efeito ocorre quando o agradecimento parte da vontade de mais de uma pessoa.
No entanto, quando refletimos profundamente a situação, agradecendo com o termo obrigado, vemos que o ato de agradecer não passa de uma simples obrigação, algo que desde criança se aprende como necessário para se mostrar educado e nada mais, assim se poderia dizer: "Agradecemos por que temos o dever de agradecer". Muito possivelmente a ideia de obrigação poderia nos levar a ideia de troca de favores, pois a pessoa se coloca na posição de devedor de uma dívida de favor. Essa condição ainda pode ser agravada pela leitura pejorativa que muito comumente é feita em nossa sociedade brasileira da expressão troca de favores, sabendo que ela por vezes é usada para o alcance de vantagens por meio de favores; "Te ajudo nisto se me favorecer naquilo". Situação essa que pode ser agravada quando a troca de favores resulta em vantagens ilícitas e maldosas.
Agradecer é sempre um bom ato e logicamente recomendado e, embora a palavra que usamos para isso soe com um tom de obrigação e não prazer, não há mal algum em continuar usando o bom e velho obrigado, lógico que sempre respeitando a norma do português (em gênero e número). Além do obrigado, outro agradecimento pode ser o grato, lógico que bem menos lembrado, termo este que lembra a gratidão por um favor recebido. E também, por que não o agradecido, embora raríssimo, lembra a satisfação, contentamento por um favor (graça) recebido, afinal, nem sempre as pessoas que fazem favores estão preocupados em serem retribuídas pelo dever de um favor, mas simplesmente no bem que um simples gesto ou ação sua pode contribuir para o bem daquele ao qual prestou seu favor, como alguém que salva a vida do outro cujo interesse não esteja em retribuições, mas sim no bem-estar da pessoa que ajudou.
Em resumo, agradecendo ou não e como fazendo isso, o importante é fazer o que significa a palavra favor, que nada mais é que apoiar, dar suporte a ajuda a quem precisa dentro das possibilidades e limitações.

Imagem disponível em www.pequenoguru.com.br
Dizer obrigado a alguém corresponde a uma obrigação moral que remete a uma dívida de favor, desse modo, obrigado serve para indicar alguém está em dívida a outro por um favor que lhe foi prestado, assim da mesma maneira que a pessoa foi ajudada ela também deve se sentir no favor de retribuir. Isto também serve para responder ao porquê da flexão do vocábulo em gênero e número. Uma mulher ao agradecer irá dizer: "Estou obrigada a retribuir o seu favor", enquanto que a um homem seria: "Sinto-me obrigado em retribuir o seu favor". O mesmo efeito ocorre quando o agradecimento parte da vontade de mais de uma pessoa.
No entanto, quando refletimos profundamente a situação, agradecendo com o termo obrigado, vemos que o ato de agradecer não passa de uma simples obrigação, algo que desde criança se aprende como necessário para se mostrar educado e nada mais, assim se poderia dizer: "Agradecemos por que temos o dever de agradecer". Muito possivelmente a ideia de obrigação poderia nos levar a ideia de troca de favores, pois a pessoa se coloca na posição de devedor de uma dívida de favor. Essa condição ainda pode ser agravada pela leitura pejorativa que muito comumente é feita em nossa sociedade brasileira da expressão troca de favores, sabendo que ela por vezes é usada para o alcance de vantagens por meio de favores; "Te ajudo nisto se me favorecer naquilo". Situação essa que pode ser agravada quando a troca de favores resulta em vantagens ilícitas e maldosas.
Agradecer é sempre um bom ato e logicamente recomendado e, embora a palavra que usamos para isso soe com um tom de obrigação e não prazer, não há mal algum em continuar usando o bom e velho obrigado, lógico que sempre respeitando a norma do português (em gênero e número). Além do obrigado, outro agradecimento pode ser o grato, lógico que bem menos lembrado, termo este que lembra a gratidão por um favor recebido. E também, por que não o agradecido, embora raríssimo, lembra a satisfação, contentamento por um favor (graça) recebido, afinal, nem sempre as pessoas que fazem favores estão preocupados em serem retribuídas pelo dever de um favor, mas simplesmente no bem que um simples gesto ou ação sua pode contribuir para o bem daquele ao qual prestou seu favor, como alguém que salva a vida do outro cujo interesse não esteja em retribuições, mas sim no bem-estar da pessoa que ajudou.
Em resumo, agradecendo ou não e como fazendo isso, o importante é fazer o que significa a palavra favor, que nada mais é que apoiar, dar suporte a ajuda a quem precisa dentro das possibilidades e limitações.

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segunda-feira, 21 de março de 2016
O Bom Exemplo
Ultimamente se vê muitos manifestos e protestos espalhados por todos os cantos do Brasil contra a corrupção e isso de certa forma é algo bom, uma vez que demosntra o papel democrático da população por melhorias e representantes mais justos. Acontece que uma pequena estórinha chama muito a atenção neste contexto: "Conta que certa vez uma mãe indiana atravessou toda a Índia para que o grande líder pacifista Gandhi aconselhasse seu filho a não comer mais açucar porque ele era viciado naquele gostoso produto, mas que, no entanto, não era bom para a saúde. Ao chegar com o filho diante de Gandhi e lhe fazer o pedido, o grande líder pediu que a mãe retornasse dali a trinta dias. A mãe protestou, queria depressa o conselho e lamentou a grande distância, as despesas da viagem, o cansaço...Depois de um mês a mãe voltou e Ghandi enfim deu o conselho ao filho dela. Depois ela perguntava ao grande líder o porquê de esperar os trinta dias. Gandhi respondeu a ele: A trinta dias atrás eu era viciado em açucar também, depois que me fez o pedido parei de comer açucar e agora posso aconselhar o teu filho." Independentemente de ser contra ou a favor de quem participa dessas manifestações, é nescessário ter a consciência de fazer como Gandhi, porque a teoria sem a prática muito pouco proveito se tem. Não adianta um país ser teorico, se ele não pode ser prático. Falar, protestar, manifestar, querer, lamentar, se indignar são absolutamente desprezíveis se não servem para serem vividos. Por isso, é necessário que antes de qualquer protesto haja sempre a coerência e a quem houver cometido um desses atos nos útimos trinta dias antes de sair para manifestar contra a corrupção, certamente o melhor a fazer é ficar em casa, melhorar os hábitos e aguardar um novo protesto:
1 - Saquear cargas de veículos acidentados nas estradas;
2 - Estacionar nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas;
3 - Subornar ou tentar subornar quando é pego cometendo infração;
4 - Trocar voto por qualquer coisa: materiais de construção, dinheiro, cestas básicas, combustível, etc.;
5 - Falar o celular enquanto dirige;
6 - Trafegar pela direita nos acostamentos num congestionamento;
7 - Parar em filas duplas, triplas em frente às escolas;
8 - Violar a lei do silêncio;
9 - Dirigir após consumir bebida alcoólica;
10 - Furar filas nos bancos, utilizando-se de desculpas esfarrapadas;
11 - Espalhar mesas e churrasqueiras nas calçadas;
12 - Pegar atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho;
13 - Fazer gato de luz, água ou TV a cabo;
14 - Registrar imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos;
15 - Comprar recibo para abater na declaração de imposto de renda para pagar menos impostos;
16 - Mudar a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
17 - Ao viajar a serviço, pedir nota fiscal com um valor acima do gasto pela refeição;
18 - Comercializar objetos doados em campanhas de catástrofes;
19 - Estacionar em vagas exclusivas para deficientes;
20 - adulterar o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
21 - Comprar produtos piratas tendo a cosnciência que eles são produtos piratas;
22 - Substituir o catalisador do carro por um que só tem casca;
23 - Diminuir a idade do filho para ele passar por baixo da roleta do ônibus sem pagar a passagem;
24 - Emplacar o carro fora do domicílio só para pagar menos impostos;
25 - Frequentar cassa-níqueis e jogar no jogo do bicho;
26 - Levar pequenos objetos da empresa que trabalha, como clips, envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse um roubo;
27 - Comercializar vales-transporte e vales-refeição que recebe da empresa onde trabalha;
28 - Falsificar qualquer coisa, por mais simples que seja;
29 - Não devolver objetos perdidos e se apropriar indevidamente deles;
30 - Mentir e omitir a verdade ao fiscal aduaneiro sobre o que traz na bagagem quando volta do exterior;
31 - Estacionar livremente em calçadas e parar em cima de faixas de pedestre;
32- Jogar livremente lixos em locais públicos como se fosse a coisa mais normal do mundo.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
A Causa Seria Boa se a Intenção Não Fosse Má
É fato que muitas coisas que existem em nosso meio é visto como condenável, pois quando se analisa os efeitos tão logo se percebe o mal que se esconde por trás daquilo. É lógico que falar sobre macanha, cocaína, cassino, cartas, bebidas alcoólicas, jogos vistos coo de azar, entre tantos outros assuntos polêmicos não remete a bons conselhos e instruções positivas a respeito deles. No entanto, isto são coisas que exisem e quando se reflete profundamente sobre elas será que toda a sua essência continua maléfica?
A maconha é extraída a partir da papoula, e seu nome científico se chama cannabis sativa. A flor é bela e encantadora e certamente poderia ser utilizada para enfeitar belos jardins. Pesquisas médicas até alertaram sobre os benificios que pode ser extraído da planta, inclusive um dos assuntos que repercutiu na ANVISA foi a liberação da substância química canabidiol. De fato, se seu consumo como meio medicinal fosse feito com doses controladas e sempre respeitando uma receita médica, ela certamente não representaria um grande problema. Da mesma forma a folha da coca poderia ser utilizada de forma benéfica, principalmente em regiões afetadas pela elevada altitude. No entanto, da papoula o homem aprendeu a extrair a maconha e da folha de coca a cocaína e assim ambas se tornaram vilãs, muito devido ao seu mal uso, com doses extremamente elevadas e descontroladas causando a dependência fisica e psiquica com muita facilidade e assim ao invés de beneficiar somente prejudica a saúde do corpo. A cocaína mesmo, que é pruduzida pela planta como um inseticida natural para se proteger do ataque de pragas, é extraída da folha de coca que passa por um complexo processo químico de refino. O problema passa a se tornar maior quando o ser humano passa a se apropiar da dependência que ela cria como um negócio altamente lucrativo, sem nenhuma importância com a saúde de quem se torna seu cliente neste ilícito negóio.
Jogos que aparentemente seria visto como uma simples distração ou brincadeira de entretenimento, como roleta, bingo ou cartas também se tornam péssimas causas quando o ser humano os utiliza de modo irresponsável, compulsório e desordenado, sempre pautados na ânsia descontrolada do ganho rápido, o que se torna vício facilmente. Outros locais de diversão se tornam péssimos quando as pessoas possuem comportamentos inadequados, como a ocorrência de brigas, discussões, vandalismos e outros atos que culminam em violência.
É visto que as bebidas alcóolicas também são causas de grandes problemas, não somente ao organismo de quem a consome cem excesso mas também quando ela passa a ser relacionada ao trânsito, uma vez que bebida e direção não é uma combinação nada interessante, pois além de colocar a vida da pessoa embriagada em risco atinja a outras vidas, por vezes inocentes. Lógico que as bebidas alcóolicas se consumidas em doses moderadas não afetam negativamente a pessoa, pelo contrário, podem até ajudar em alguns aspectos, como é o caso do vinho, que uma taça por dia ajuda no bom funcionamento do coração.
De fato, as coisas que existem é que se veem como prejudiciais se deve muito a culpa da própria maléfica intenção humana, de seus exageros, de busca por prazeres instantâneos e irresponsáveis e até mesmo pelo aproveitamento diante de uma situação que trará excelentes vantagens a si mesmo e prejuizos incalculáveis aos outros.
A maconha é extraída a partir da papoula, e seu nome científico se chama cannabis sativa. A flor é bela e encantadora e certamente poderia ser utilizada para enfeitar belos jardins. Pesquisas médicas até alertaram sobre os benificios que pode ser extraído da planta, inclusive um dos assuntos que repercutiu na ANVISA foi a liberação da substância química canabidiol. De fato, se seu consumo como meio medicinal fosse feito com doses controladas e sempre respeitando uma receita médica, ela certamente não representaria um grande problema. Da mesma forma a folha da coca poderia ser utilizada de forma benéfica, principalmente em regiões afetadas pela elevada altitude. No entanto, da papoula o homem aprendeu a extrair a maconha e da folha de coca a cocaína e assim ambas se tornaram vilãs, muito devido ao seu mal uso, com doses extremamente elevadas e descontroladas causando a dependência fisica e psiquica com muita facilidade e assim ao invés de beneficiar somente prejudica a saúde do corpo. A cocaína mesmo, que é pruduzida pela planta como um inseticida natural para se proteger do ataque de pragas, é extraída da folha de coca que passa por um complexo processo químico de refino. O problema passa a se tornar maior quando o ser humano passa a se apropiar da dependência que ela cria como um negócio altamente lucrativo, sem nenhuma importância com a saúde de quem se torna seu cliente neste ilícito negóio.
Jogos que aparentemente seria visto como uma simples distração ou brincadeira de entretenimento, como roleta, bingo ou cartas também se tornam péssimas causas quando o ser humano os utiliza de modo irresponsável, compulsório e desordenado, sempre pautados na ânsia descontrolada do ganho rápido, o que se torna vício facilmente. Outros locais de diversão se tornam péssimos quando as pessoas possuem comportamentos inadequados, como a ocorrência de brigas, discussões, vandalismos e outros atos que culminam em violência.
É visto que as bebidas alcóolicas também são causas de grandes problemas, não somente ao organismo de quem a consome cem excesso mas também quando ela passa a ser relacionada ao trânsito, uma vez que bebida e direção não é uma combinação nada interessante, pois além de colocar a vida da pessoa embriagada em risco atinja a outras vidas, por vezes inocentes. Lógico que as bebidas alcóolicas se consumidas em doses moderadas não afetam negativamente a pessoa, pelo contrário, podem até ajudar em alguns aspectos, como é o caso do vinho, que uma taça por dia ajuda no bom funcionamento do coração.
De fato, as coisas que existem é que se veem como prejudiciais se deve muito a culpa da própria maléfica intenção humana, de seus exageros, de busca por prazeres instantâneos e irresponsáveis e até mesmo pelo aproveitamento diante de uma situação que trará excelentes vantagens a si mesmo e prejuizos incalculáveis aos outros.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
A Arte de Ler
Um dos principais meios de alcançar o aprendizado sem sombra de dúvida se dá pela leitura, pois é por meio dela que sugamos, ou melhor, temos acesso a todo o conteúdo que nós é transmitido. Mas a leitura nem sempre é vista como uma companheira, para muitos ela se torna entediante e monótoma ou revela a preguiça ou impaciência das pessoas por cultivar bons hábitos de leitura. Certamente a leitura trata-se de um bom hábito que se refletido profundamente, pode revelar personalidades, qualidades e defeitos de quem dela se apropria, ou melhor, nem se apropria.
Para os amantes da leitura o primeiro cuidado a se ter é saber o que se pretende com ela. Assim como muitos podem procurá-la por prazer, por gosto e se encantar com estórias e a arte literária, outros podem a buscar como meio de pesquisa, informação, extrair argumentos e pontos de vista, entender o que acontece em seu meio e como pessoas em geral reagem sobre determinados assuntos. Também é muito comum estudantes a utilizarem principalmente para alcançar bons argumentos e fontes capazes de gerar um pré-conhecimento ou conhecimento crítico sobre determinado assunto que será capaz de formular neles argumentos mais sólidos na criação de textos técnicos, dissertativos e argumentativos, ou mesmo aprimorar seu meio de persuasão e retórica.
A leitura se torna interessante no descobrimento de coisas novas, de novos aprendizados, no auxílio a compreender novas culturas e idiomas. Atualmente, os maiores meios que tomam o tempo de leitura das pessoas são as mensagens instantâneas, principalmente das redes sociais, além do mais, outros meios acabam por gerar maior comodidade as pessoas, como os filmes, vídeos, novelas e músicas, o que simplesmente faz com que as ouçam e vejam diretamente a estória que está se passando, sem dispender tanto do seu esforço por lê-la e interpretá-la. Mensagens instantâneas em geral são curtas e a informação principal que se pretendem passar é bem objetiva e direta, de modo a encurtar o tempo dedicado a sua compreensão. É visto que muitos aprimoram uma técnica chamada de leitura dinâmica, ao qual um texto é lido resumidamente em pouco tempo e a pessoa consegue uma boa compreensão do que é lido.
De qualquer modo, um bom leitor deve saber apreciar uma boa leitura, fazer com que ela se torna interessante e divertida, reter dela tudo o que há de melhor para o aprimoramento pessoal e por fim torná-la um bom hábito.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
O Mundo Doente
Em diversos séculos e épocas a humanidade foi marcada por desagravos como pestes e doenças, foi assim na Idade Média com a peste negra que devastou cerca de um terço da população européia, no século XIX a tuberculose foi vista como uma grande ameaça e no século passado o advento de novas doenças atormentou a humanidade, como o vírus da AIDS por exemplo. Segundo cientistas e especialistas, o século XXI tenderá a ser marcado como o século da depressão. Diante disso, o que resta é perguntar quais as explicações para isso?
Quando se para para analisar as pessoas no mundo atual, umas das percepções que se pode fazer é que há uma facilidade enorme de estabelecer contato imediato e instantâneo entre indivíduos, mesmo que há uma distância considerável, muito mais rápido do que por cartas ou correspondências. Outro fator interessante é que está bem mais fácil estabelecer contatos bem mais amplos, uma vez que redes sociais possibilitam uma criação de redes de contato por oras ampla. É comum também ver a grande necessidades que as pessoas em geral tendem a compartilhar fatos e realizações da sua vida com todo o leque de amigos que têm a disposição e em alguns casos, dependendo do fato, exista, em colaboração com os meios midiáticos, uma extrapolação dessa informação de modo que ela não se restrinja unicamente a redes de contatos da pessoa de interesse, mas atinja também um grupo ilimitado de indivíduos, muitos dos quais não são nem de convivência e nem de interesse para a pessoa que compartilha sua realização. Talvez nunca antes pudemos analisar e enxergar tão claramente a necessidade de carência afetiva a qual passa boa parte da humanidade, fazendo com que ela não compartilhe simplesmente uma simples mensagem ou uma informação de elevado interesse, mas também a necessidade de ser ouvida, de ser vista, de poder expor seus problemas, suas alegrias, suas tristezas e praticamente tudo que vive, de querer receber conselhos, palavras de ajuda e consolo. Para comprovar isso basta verificar nas redes sociais. A vida humana,com os efeitos da globalização, evolução dos meios de comunicação, acesso imediato a dados e informação promovidos pela grande rede virtual chamada internet e toda expansão e evolução da tecnologia, nunca antes se tornou tão exposta como agora e esta exposição contribuir em parte para permite ao ser humano expor aquilo que há dentro de si, não somente a alegria mas também suas amarguras.
Atrelado a essa necessidade humana de carência vem também a exposição da sua fragilidade, o que a torna mais vulnerável a certas práticas. Falar sobre bullyng no século XXI é bem mais normal do que falar do mesmo assunto no século anterior. Não são somente atitudes agressivas e altamente excludentes que atingem e afetam o comportamento humano, mas simples termos e "brincadeiras" são suficientes para que a pessoa se sinta ofendida. Diante disso, até mesmo o senso de humor existente nas relações humanas deve ser reavaliado e novas concepções devem ser criadas simplesmente como respostas a substituir termos considerados ofensivos capazes de estimular um mal-estar no outro. É lógico que a vontade descabida que alguns têm de atingir e assediar moralmente a outros também, por vezes pela vontade de chamarem a atenção, se torna um fator de agravo.
A falta de sentido da vida e mesmo a falta de planejamentos e objetivos sempre representou um alicerce da depressão, e de fato não deixa de ser, o caso é que quanto mais se atinge suas realizações e menos se vê sentido do que viver após isso aumenta e muito a falta de vontade sobre a vida. Ver e ficar exposto frequentemente com problemas, principalmente com os criados pela "vida moderna", cira sensações latentes de desconforto, preocupações, lamúrias, melancolias e por fim até depressões. O ambiente também pode ser um fator que contribui para esse problema, até mesmo porque não é saudável passar anos e anos exposto a poluições sonoras, visuais, olfativas (maus odores causados por poluição principalmente do ar), congestionamentos, correrias, entre outras.
Especialistas também indicam que boas soluções para situações de estresse e depressão são atividades físicas, algo que boa parte da população mundial menospreza (a taxa de sedentarismo no mundo é bem elevada). A depressão também pode solucionada com um bom convívio humano e do humano com a natureza, o problema é que a vida urbana limita a pessoa a espaços confinados, como apartamentos, cada vez mais reduzidos, e uma vivência mais solitária. A própria vontade humana de não planejar a própria vida e viver em uma completa libertinagem faz com que regras e limites sejam ignorados, como se tudo fosse normal e toda atitude impensada ou leva ao arrependimento e mudança de vida ou infelizmente a temida depressão.
Juntando a grande carência afetiva exposta com a fragilidade humana e a vontade descabida de ofender aos outros de modo banal (sem necessidade) acrescido dos problemas da vida moderna, a falta de sentido e objetivo de sua própria, aos cuidados da própria saúde e do ambiente proporcionado a sua volta se têm o padrão de vida que proporciona o grande mal do século previsto pelos especialistas. Assim o mundo se torna doente pelos seus próprios sentimentos, uma doença psíquica chamada depressão.
Quando se para para analisar as pessoas no mundo atual, umas das percepções que se pode fazer é que há uma facilidade enorme de estabelecer contato imediato e instantâneo entre indivíduos, mesmo que há uma distância considerável, muito mais rápido do que por cartas ou correspondências. Outro fator interessante é que está bem mais fácil estabelecer contatos bem mais amplos, uma vez que redes sociais possibilitam uma criação de redes de contato por oras ampla. É comum também ver a grande necessidades que as pessoas em geral tendem a compartilhar fatos e realizações da sua vida com todo o leque de amigos que têm a disposição e em alguns casos, dependendo do fato, exista, em colaboração com os meios midiáticos, uma extrapolação dessa informação de modo que ela não se restrinja unicamente a redes de contatos da pessoa de interesse, mas atinja também um grupo ilimitado de indivíduos, muitos dos quais não são nem de convivência e nem de interesse para a pessoa que compartilha sua realização. Talvez nunca antes pudemos analisar e enxergar tão claramente a necessidade de carência afetiva a qual passa boa parte da humanidade, fazendo com que ela não compartilhe simplesmente uma simples mensagem ou uma informação de elevado interesse, mas também a necessidade de ser ouvida, de ser vista, de poder expor seus problemas, suas alegrias, suas tristezas e praticamente tudo que vive, de querer receber conselhos, palavras de ajuda e consolo. Para comprovar isso basta verificar nas redes sociais. A vida humana,com os efeitos da globalização, evolução dos meios de comunicação, acesso imediato a dados e informação promovidos pela grande rede virtual chamada internet e toda expansão e evolução da tecnologia, nunca antes se tornou tão exposta como agora e esta exposição contribuir em parte para permite ao ser humano expor aquilo que há dentro de si, não somente a alegria mas também suas amarguras.
Atrelado a essa necessidade humana de carência vem também a exposição da sua fragilidade, o que a torna mais vulnerável a certas práticas. Falar sobre bullyng no século XXI é bem mais normal do que falar do mesmo assunto no século anterior. Não são somente atitudes agressivas e altamente excludentes que atingem e afetam o comportamento humano, mas simples termos e "brincadeiras" são suficientes para que a pessoa se sinta ofendida. Diante disso, até mesmo o senso de humor existente nas relações humanas deve ser reavaliado e novas concepções devem ser criadas simplesmente como respostas a substituir termos considerados ofensivos capazes de estimular um mal-estar no outro. É lógico que a vontade descabida que alguns têm de atingir e assediar moralmente a outros também, por vezes pela vontade de chamarem a atenção, se torna um fator de agravo.
A falta de sentido da vida e mesmo a falta de planejamentos e objetivos sempre representou um alicerce da depressão, e de fato não deixa de ser, o caso é que quanto mais se atinge suas realizações e menos se vê sentido do que viver após isso aumenta e muito a falta de vontade sobre a vida. Ver e ficar exposto frequentemente com problemas, principalmente com os criados pela "vida moderna", cira sensações latentes de desconforto, preocupações, lamúrias, melancolias e por fim até depressões. O ambiente também pode ser um fator que contribui para esse problema, até mesmo porque não é saudável passar anos e anos exposto a poluições sonoras, visuais, olfativas (maus odores causados por poluição principalmente do ar), congestionamentos, correrias, entre outras.
Especialistas também indicam que boas soluções para situações de estresse e depressão são atividades físicas, algo que boa parte da população mundial menospreza (a taxa de sedentarismo no mundo é bem elevada). A depressão também pode solucionada com um bom convívio humano e do humano com a natureza, o problema é que a vida urbana limita a pessoa a espaços confinados, como apartamentos, cada vez mais reduzidos, e uma vivência mais solitária. A própria vontade humana de não planejar a própria vida e viver em uma completa libertinagem faz com que regras e limites sejam ignorados, como se tudo fosse normal e toda atitude impensada ou leva ao arrependimento e mudança de vida ou infelizmente a temida depressão.
Juntando a grande carência afetiva exposta com a fragilidade humana e a vontade descabida de ofender aos outros de modo banal (sem necessidade) acrescido dos problemas da vida moderna, a falta de sentido e objetivo de sua própria, aos cuidados da própria saúde e do ambiente proporcionado a sua volta se têm o padrão de vida que proporciona o grande mal do século previsto pelos especialistas. Assim o mundo se torna doente pelos seus próprios sentimentos, uma doença psíquica chamada depressão.
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