sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A Leitura e a Vida


             Para muitos a leitura é simplesmente uma forma de estudo ou entretenimento, por isso a consideram desgostosa e desnecessária. No entanto, ela é muito mais que isso, atualmente também é um forte recurso para conquistar um bom espaço no mercado de trabalho.
             A leitura hoje pode ser compreendida em diversos estágios de nossas vidas, principalmente na área profissional, pois ela é exigida constantemente no processo de aprendizagem para atualizações e demonstrações do diferencial na profissão em que o indivíduo se encontra, determinando assim uma vantagem a mais em relação ao seu concorrente. Todos sabem que, quem lê renova diariamente as suas habilidades profissionais, pois adquire novos conhecimentos e experiências na função que exerce.
       A Leitura também participa de outros momentos: estimula a imaginação de um ser, serve de entretenimento para ele e para a retenção de informações importantes e necessárias, além de contribuir para a elaboração e desenvolvimento do nosso senso crítico e complemento do aprendizado, afinal, para aprender deve-se ler.
            Muitos escritores ou estudiosos já tiveram que usar a leitura como um recurso para desenvolver suas idéias e escrita para poder colocá-las no papel e serem publicadas, fazendo assim com que quem a ler compreender corretamente, deixando uma lição para nós: É necessário ler para passar ao outro o que queremos dizer por meio das palavras.
            Com as idéias levantadas acima, deve-se parar de imaginar a leitura simplesmente como algo que se faz para estudar ou com um passatempo nas horas vagas e compreender toda a sua grandeza e importância no envolvimento durante a construção da vida de um ser humano.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Copa do Mundo no Brasil Dupla Face

           Há quem aponte problemas para a realização da copa do mundo de futebol no Brasil, assim como há brasileiros que encontrem nela soluções. o caso é que a realização de eventos desse porte sempre levantam essas discussões e de certa maneira ambas as partes têm seus motivos e razões necessários para argumentar  seus pontos de vista, de modo que não se pode ignorá-las. De qualquer modo, eventos desse porte sempre chamam a atenção da população local, seja pró ou contra.
           Quando se vê um pais com problemas em setores internos, como saúde, educação, infra-estrutura, segurança, lazer, pesquisas, entre outros problemas que acarreta a população, como problemas sociais como desigualdades, extrema pobreza, saneamento básico, escassez de recursos essenciais a vida, como a água, além de problemas de ordem ambiental, sempre costuma-se encontrar, por aqueles desfavoráveis a realização da copa no país como uma desnecessidade, até mesmo como problema, pois além de utilizar boa parte dos recursos que poderiam ser aproveitados para as situações acima descritas também tiram o foco do país para enxergar as reais necessidades que ele deve enfrentar. Isso sem contar nos problemas que muitos vêem como o aumento de congestionamento em estradas, a possibilidade de um evento desse porte  mudar certas normas previstas na constituição, ou simplesmente um desinteresse pelo evento, que poderia ser usado para encobrir problemas de ordem social, gerar alguns conflitos e confulsões ou mesmo valorizar algo que aparentemente não acrescenta em nada ao país e ainda possa ser usado para desvio de verbas e atrapalhe o seu desenvolvimento.
           É lógico que na outra ponta aparecem aqueles que vêem a copa como uma solução, além de ser um evento grandioso e atrativo que chama a atenção de muitos turistas de todo o mundo. Além do prazer daqueles que são apaixonados por futebol, ainda a presença de eventos grandiosos como esses faz com que aumente e bastante o fluxo de pessoas a esses lugares. Pessoas essas que consomem e esse consumo serve para movimentar a economia local, tanto a hoteleira, a gastrônica, a de serviços e transporte, quanto também aos mais diversos sistemas de lazer e turismo. Além do mais, as construções e obras para a copa, não só os estádios como em toda a infra-estrutura em volta que deve se adaptar para receber eventos desse porte, tendem a gerar um enorme volume de empregos, que por consequência geram renda à região. Isso sem contar na atratividade do evento e no fato do raro acontecimento, o que faz com que a atencão de diversos lugares do mundo se voltem ao país que sedia estes grandes eventos. Além do mais, se bem aproveitados os recursos construídos para a copa depois do seu término ainda a cidade ganha com qualidade de vida.
           Motivos contrários e favoráveis a copa do mundo no Brasil haverá por parte de muitas pessoas, dependendo do ponto de vista que vêem a situação, ou como solução ou problema, e em todos eles as razões são relevantes. Em todo o caso, o bom comportamento diante dessas adversidades e as atitudes de respeito diante desses eventos, como a busca da não-violência, o respeito as diferenças e a partilha do evento como um instante de lazer sem exageros são sempre bem vindos. 
   

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Brincando com as palavras

             Talvez você não reparado, mas existe uma infinidade de curiosidade no nosso vocabulário. Veja algumas delas:

  • Lista de palavras que termina com o meso termo "idade": Felicidade, cidade, proximidade, santidade, identidade, seriedade, promiscuidade, afetividade, atividade, além de outras.
  • O verbo "é" corresponde ao verbo mais curto, escrito com uma única letra, mas que no entanto se tirar o acento vira uma conjunção.
  • As palavras mais longas do nosso vocabulário são: Inconstitucionalissimamente, com 27 letras e oftalmo-otorrinolaringologista, com 29 letras, como o segundo termo se escreve usando hífen, inconstitucionalissimamente se torna a palavra mais longa do nosso vocabulário.
  • Quando se tira as quatro primeiras letras de biscoito, sobra um número, o oito.
  • A vogal "a" costuma ser a letra mais usada para compor as palavras, mas existem uma seria de frases que não a usamos: vejo Júpiter pelo telescópio; o microscópio quebrou; se chove no Nordeste é motivo de viver feliz,...
  • Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos, quando lido de trás para frente possui o mesmo sentido.
  • Janela se escreve com j, mas geralmente se escreve com g.
  • A palavra avestruz começa com a primeira letra do alfabeto e termina com a última.
  • Para escrever arara precisamos só de duas letras, e se a for lida de trás para frente a palavra é a mesma.
  • Devemos tomar muito cuidado com os parônimos, uma letra errada muda todo o sentido, como em dispensa e despensa, cerrar e serrar, concerto e conserto, cumprimento e comprimento, secção, sessão e cessão, além de outras.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Quem são os Anônimos?

          É muito comum as pessoas imaginarem que anonimos correspondem a pessoas que não são conhecidadas por uma grande sociedade ou que não exerce forte influencia nela a ponto que uma multidão saiba quem é ela e o que ela faz. Isso ocorre do fato de achar que essas pessoas são os que têm a "vida pública".
          A verdade é que se você pesquisar bem a etimologia (origem) da palavra, possivelmente verá que o conceito de anônimo é algo bem mais simples e não se refere a aqueles que não são conhecidos de uma grande população, mas simplesmente a aqueles cuja identificação é omitida, de modo que enquanto alguém faça algo, esse alguém nem se identifique (diga seu nome) e nem oferece oportunidade para que alguém o conheça. A palavra anônimo vem do grego: a significa ideia de negação e nonimo vem de nonimus que é o nome, portanto o anonimo é aquele que nega o nome, omite ele, ou em alguns casos, simplesmente não tem.
          Qualquer um pode se passar por anonimo, como ao escrever uma carta sem a identificação do remetente, ou um autor que escreve uma obra sem se identificar, um artista que mostra sua obra mas não deixa seu nome reconhecido nela ou mesmo quando alguém dita uma frase e ninguém sabe quem a disse. Existem muitos proverbios que são anonimos, assim como existem muitos inventos anonimos, que não se conhecer seu inventor, porque seu dono não foi registrado. O anonimato também trata-se de um recurso frequante na literatura, assim como o pseudoanonimato, conforme a vontade e interesse do autor.
          As vezes o anonimato é usado como um recurso de segurança, principalmente quando alguém faz uma denuncia contra uma pessoa, seja ela sua conhecida ou não, com o objetivo de evitar uma possível retalhação. O anonimato também pode ser usado para se proteger de pessoas aos quais o individuo se sente inseguro, ou para evitar situações constrangedoras, arriscadas e perigosas. O fato de uma pessoa se manter anonima muitas vezes pode ser por razões de timidez ou vergonha, dependendo da pessoa e da situação em que ela se encontra, como em uma tentativa de namoro, na qual uma pessoa envia um presente para chamar atenção da(o) sua(eu) pretendente sem colocar o seu nome no cartão que entrega junto ao presente por medo da reação dela(e).
          É lógico que nem sempre o anonimato é positivo. Quanto uma criança nasce e ela não é registrada, não possui documentos, logo se torna uma anonima da qual estara impedida de fazer muitas coisas, nem sequer pode ser matriculada em uma escola de ensino primário. Além do mais, em diversas situações a pessoa não pode e nem deve omitir sua identificação, sendo em alguns casos até crime. Se uma pessoa omite sua real identidade ela pode cometer a chamada falsidade ideológica, se passando por outra pessoa (por vezes até pessoa que não existe).
          Se todas as pessoas podem ser consideradas cicadãs, tão logo todas possuem expressividade política, tem direitos e deveres. Em geral pessoas costumam conviver umas com as outras. Uma vida pública, trata-se, ao contrária da vida particular, uma vida aberta ao público, ao relacionamento com as demais pessoas, com a política, enfim com os outros. Todos possuem uma vida pública, em maior ou menor grau, dependendo do envolvimento que o ser ter com os individuos a sua volta, como nos ambientes que ele frequenta, com os seus amigos, pessoas de seu ambiente de trabalho, estudo, igreja, vizinhanças, trabalhos sociais e comunidades que participa.
          Portanto, pode-se dizer que o antonimo de anônimo é o nome (nonimus), ou seja, o ato de se identificar a alguém ou a uma situação e que o anonimato é um recurso da qual qualquer pode se utilizar, seja para seu bem ou para cometer fraudes e maleficios (agindo em beneficio próprio).

sábado, 29 de dezembro de 2012

A Culpa da Lei?

        Não é estranho culparmos a fragilidade das leis para tantos erros que vemos acontecer ou criticarmos a corrupção que existe na política. Isso é tão comum, ainda mais quando é mostrado pelos meios de comunicação e muitas vezes vemos que nada é feito. O povo manifesta, o povo se indigna. A corrupção é alarmante, não podemos ficar de braços cruzados, devemos protestar e manifestar nossa indignação. Mas afinal, será que as leis são muito frágeis e mal elaboradas ou no fundo nós não estamos dispostos a cumpri-la, justamente na esperança de alcançarmos sempre vantagens?
        Rousseau costumava afirmar que a essência do homem é boa, ao contrário de Montesquieu, só que no entanto o meio em que ele atua acaba que por corrompê-lo, estragá-lo. Temos muitas vezes a vontade de criticar os atos de corrupção, sem levar em consideração que em nosso meio somos capazes comete-la com a maior naturalidade possível. A ambição e ganância com muita naturalidade pode nos culminar para atos desonestos, simplesmente por uma vontade imensa de levar vantagem, de obter lucro. E muitas vezes nem refletimos o que nós próprios fazemos e tão logo condenamos a outros.
        Criticar é justo, é do direito, no entanto mais importante que a crítica é o exemplo que se dá. É pouco o efeito de uma crítica se o ato que se faz não corresponde a ela, seria como querer que os outros façam aquilo para que para ti é desnecessário. Não adianta falar da inércia da lei, das brechas que ele  tem para disso se favorecer, se no fundo não há preocupação alguma em obedecê-las. Como a lei que diz para não dirigir se beber, pois embora todos saibam da real necessidade dela, é tão normal muitos a ignorarem, ou mesmo pagarem suborno por uma infração cometida no trânsito e pelos guardas que o recebem.
        A nossa corrupção se estabelece não somente em grandes coisas, mas também em pequenos. O simples fato de mentirmos ou omitirmos, enganarmos no peso de alimentos ou nos preços, aplicarmos golpes, chantagearmos ou nos aproveitar da fraqueza de pessoas indefesas. O valor da honestidade perde pouco a pouco seu valor na sociedade, inclusive isso é tão normal que o anormal é a ocorrência dela. Também devemos lembrar que não adianta protestar contra a corrupção da política através de atos de vandalismos e violência, pois agiríamos da mesma forma covarde como age nossos representantes.
        Aristóteles já dizia que a solução de um problema deve sempre iniciar a partir de nós mesmos, só assim poderíamos interferir no bem das pessoas ao nossa redor, como na nossa família. Após atingirmos nossa família teríamos a capacidade de atingir também aos nossos vizinhos e logo atingiremos uma vila. Se em todos as vilas essa prática fosse respeitado, logo um bairro todo seria melhor e com os demais bairros, logo a cidade seria melhor e teria a solução para o seu problema. Antes de criticarmos e condenarmos é imprescindível que ajamos como legítimos cidadãos, de forma ética e exemplar, do modo como realmente queremos que sejamos nossos representantes. Então, lembrem-se que uma boa cidade é formada antes de tudo de bons cidadãos.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Soluções ou problemas de Etiqueta?

         Quem nunca viu aqueles jantares elegantes, cheio de talheres esparramados pela mesa, pratos e taças, as luzes das velas, os guardanapos e todos os exuberantes arranjos da mesa. É lógico que isso não ocorre devidamente em todos os lares. normalmente isso se vê em eventos especiais ou para as classes mais elevadas da sociedade. Agora, será que tudo isso é realmente necessário? Abaixo foi elencado alguns pontos:

  1. Segunda a etiqueta, nas refeições costuma-se utilizar uma quantia enorme de talheres, para cada parte da refeição: Entrada, refeição complementar, prato principal e sobremesa (as vezes sopa); usa-se talheres próprios. Imagine a quantia de louça que ajunta para ser lavada, imagine a quantia de água a ser usada ou mesmo energia elétrica consumida em caso de uso de lava-louças. Isso tudo implica em consumo desses recursos, o que ecologicamente falando não é muito conveniente;
  2. Pessoas costumam acompanhar as refeições de bebidas: Água, vinho e espumantes. Pode ser estranho, mas o mais conveniente é não beber nada meia hora antes das refeições, durante as refeições e depois delas, uma vez que nesse período ocorre a digestão dos alimentos consumidos que se encontram em nosso estômago. Se mesmo assim quiser acompanhar com alguma bebida, melhor seria ingerir após a refeição desde que seja quente (café ou chá), uma vez que bebidas quente costumam desintegrar (desunir) o bolo alimentar que chega ao estômago, facilitando a digestão;
  3. Refeições do dia-a-dia normalmente demandam menor tempo e costumam ser realizadas em uma única etapa, sendo em muitas vezes economicamente mais viável. Mais interessante que dividir as refeições em várias etapas, é saber se alimentar adequadamente, sem exageros, se utilizando de todos os alimentos de forma saudável e se servindo realmente daquilo que realmente irá comer. As sombras geram desperdícios e desperdícios não são agradáveis;
  4. A etiqueta se preocupa muito com a posição dos talheres e com as mãos adequadas para manipular cada um deles (o garfo fica na mão esquerda enquanto a faca fica na mão direita), mas sinceramente, mais importante que as posições dos copos, pratos, guardanapos e talheres é usá-los de forma higiênica, agradável e saudável, por mais que inverta a posição dos talheres a serem conduzidos pelas mãos, por mais que use somente o garfo sem a faca ou mesmo se preferir trocá-los por colher de chá;
  5. Uma boa prática que podia ser realizada, que não faz parte da etiqueta, seria ingerir uma laranja após cada refeição ou, se tiver, após a sobremesa, uma vez que a laranja ajuda a desintegrar as moléculas de gordura facilitando a digestão e também uma maçã para ajudar na limpeza dos dentes;
  6. Nunca se esqueça de duas regras elementares, antes de se alimentar lave bem as mãos e após a refeição escovar bem os dentes. Os guardanapos são usados só como auxilio durante as refeições (limpeza das mãos e boca), assim como os palitos de dente, o melhor mesmo seria deixá-los em cima da mesa em local de fácil acesso para uma eventual necessidade;
  7.  Independentemente do que diz a etiqueta, uma boa refeição deve ser feita visando sempre a saúde e higiene, nada de comer muito rápido sem mastigar direito, procure sempre prestar atenção na refeição e  não coma nada além do que realmente é necessário;

domingo, 9 de dezembro de 2012

Estórias de Natal

           Como bem se sabe, o Natal vem se aproximando, e, com ele também as estórias que se conta, as tradições, os costumes e hábitos. É o papai noel, as renas, as arvores natalinas decoradas, grandes e elegantes, cheias com luzes brilhantes e coloridas. Que o Natal é uma data festiva, divertida em que todos se reúnem e ceiam com sorrisos e gentilezas, e depois vem troca de presentes e todos os desejos de felicidades, como em catões natalinos, todos também devem estar se acostumados a isso. Mas no fundo, seria isso mesmo o Natal?
           Qualquer um poderia comemorar essa data como bem quisesse, no entanto, parece que a maioria das pessoas tem a mesma visão. Quanto mais se aproxima o Natal, mais se apressa as correrias, as lojas lotadas, os shoppings cheios, tudo enfeitado, tudo decorado. A imagem do papai noel é clássica, parece até figura obrigatória em uma celebração natalina. Cada um conta sua estória, sejam as renas voadoras, seja o bom velhinho descendo os chaminés das casas. A programação da televisão nessa época sempre incrementa isso, seja por programas seriados, seja pelos filmes, cada um a sua versão.
           A verdade é que muitos seguem esses hábitos por verem a tradição, as vezes pelo impulso, ou por seguirem aquilo que todo mundo segue. Elas vem que o cenário é belo se houver presentes ao pé da árvore enfeitada de natal, e é divertida se complementada com bebidas, muitas vezes de consumo exagerado. A mesa da ceia mesmo, parece que tem que estar repleta, o peru não pode faltar. Tudo por hábito, que muitas vezes não se sabe donde vem. E no fundo, se parar para refletir, tudo acaba por ser influenciado por hábitos consumistas: A pressa de encontrar os presentes para todos da família, por mais que o outro não precise de nada, por preparar a ceia com tudo que deve ter nela, muitas vezes com interferências de superstições, por enfeitar toda a casa, pelo papai noel, entre outros.
           Mas além disso, o Natal é uma festa cristã, e quantos sabem disso? Dentre os símbolos há a vela, e quantos tem o hábito de acender uma simples vela na noite natalina? Há os sinos, a estrela de Belém e os anjos, e quanto conhecem essa história? Quantos preparam o presépio e reparam no que nele é colocado? E afinal, quantos se perguntam o que comemoramos no Natal?
           O que muito se contas são estórias de Natal ao invés de histórias de Natal. Não há mal algum em contar estórias, trata-se de um tradição de um povo conceber as coisas de seu modo, uma cultura popular, lendas e mitos. Mas o que não podemos é  viver um natal apenas de estórias e não de histórias.