Os estudos a distância são muito comuns atualmente, além deles há também os semi-presenciais, ou seja, aqueles em que o aluno realiza a metade de seus estudos a distancia e a outra metade na instituição de ensino, normalmente as aulas práticas em laboratórios. Agora além dos estudos, algumas empresas já estão aderindo também ao trabalho à distância, em que a pessoa pode trabalhar normalmente sem sair de casa.
Há uma tendência de que futuramente diversas atividades sejam realizadas à distância, dentre as vantagens para isso está a comodidade e o conforto, a flexibilidade de horário, a redução de perda de tempo devido a deslocamentos e de certa maneira também a redução de alguns custos. No entanto alguns cuidados devem ser tomados, como atentar-se a atividade sem desprender o foco dela, uma vez que no ambiente domiciliar a dispersão da atenção pode ser bem maior. Toda tarefa realizada à distância também precisa de disciplina, da mesma forma com que aconteceria se o ambiente fosse uma escola, escritório, empresa ou qualquer outro estabelecimento adequado a atividade realizada.
Outro fator implica na autonomia da pessoa, no caso dos estudos ela própria se torna responsável pela busca de seu conhecimento sem ter o amparo do professor de modo imediato. No estudo por correspondência, quando o aluno tem uma dúvida ou ele procura nos livros ou escreve uma carta ou mensagem ao seu professor e espera até que a resposta chegue, sendo que corre o risco de sua dúvida não ser sanada. Além do mais, a pessoa ao realizar suas atividades em seu ambiente domiciliar ela acaba perdendo o contato direto com outras, de modo que se comunicará quase sempre á distância, seja via telefone, carta, correio eletrônico, telegrama, entre outros.
De qualquer forma, atividades à distância, seja estudo, trabalho ou qualquer outra vem se tornando cada vez mais frequente em diversas partes do mundo e inclusive se mostrando uma tendência para o futuro. Portanto, não se deve estranhar que atividades que são comumente realizadas de modo presencial venham a ser feitas a distância, como por exemplo as cirurgias médicas.
domingo, 8 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Aproveitar o tempo
Como muitos sabem, o tempo é uma convenção humana, desde a antiguidade o homem procurava controlar o tempo, e para isso ele se baseava principalmente na observação da natureza, em especial na contagem das luas. Para o controle da plantação e a da ta da colheita ele se orientava por essa técnica e a partir daí sabia o tempo exato em que poderia colher o que plantava. Muitas foram as tecnologias e sofisticações que vieram após para o controle mais eficaz do tempo, e mesmo assim muitos ainda reclamam falta de tempo.
É muito recorrente que nas grandes e médias cidades o ritmo da população é bem acelerado, são muitas as tarefas as quais as pessoas se submetem, como trabalho fora, trabalho em casa, estudo, filas de banco, cuidar de crianças e mais um monte de atividades que enchem a rotina de tarefas da população. Além de cumprir as obrigações ainda há os momentos de entretenimento, as saídas com os amigos, cônjuges, recepção aos familiares e assim por diante.
Não é fácil que em uma rotina como esta de fato reparar o passar do tempo e mesmo as coisas mais simples que ocorrem dentro daqueles intervalos de instantes em que pessoas e pessoas ficam mais e mais ocupadas. Muitos dizem que o tempo é psicológico, que o exato momento que se vive determina a velocidade com que ele passa, se momentos são bons, produtivos, prazerosos ou quando muito se depende dele, em exames por exemplo, mais rápido ele passa. Do contrário, enfrentando filas, em momentos de tédio ou quando há uma ansiedade muito intensa para que o tempo chegue rápido ele se lento. A verdade é que o tempo é o mesmo, o mesmo convencionada desde os primórdios da história da humanidade.
O tempo sempre existiu da mesma forma, se se acha que ela está muito rápido e não está dando para fazer nada ou muito pouco o ideal é recalcular a quantidade de atividades e administrá-las dentro do que dá para ser feito. Afinal de contas, mais produtivo será o tempo se parar de reclamar a sua falta por aquilo que não se consegue cumprir dentro do prazo e passar a ver realmente tudo o que se pode fazer, tudo que há de bom e ver que se há o tempo o melhor é aproveitá-lo ao máximo.
É muito recorrente que nas grandes e médias cidades o ritmo da população é bem acelerado, são muitas as tarefas as quais as pessoas se submetem, como trabalho fora, trabalho em casa, estudo, filas de banco, cuidar de crianças e mais um monte de atividades que enchem a rotina de tarefas da população. Além de cumprir as obrigações ainda há os momentos de entretenimento, as saídas com os amigos, cônjuges, recepção aos familiares e assim por diante.
Não é fácil que em uma rotina como esta de fato reparar o passar do tempo e mesmo as coisas mais simples que ocorrem dentro daqueles intervalos de instantes em que pessoas e pessoas ficam mais e mais ocupadas. Muitos dizem que o tempo é psicológico, que o exato momento que se vive determina a velocidade com que ele passa, se momentos são bons, produtivos, prazerosos ou quando muito se depende dele, em exames por exemplo, mais rápido ele passa. Do contrário, enfrentando filas, em momentos de tédio ou quando há uma ansiedade muito intensa para que o tempo chegue rápido ele se lento. A verdade é que o tempo é o mesmo, o mesmo convencionada desde os primórdios da história da humanidade.
O tempo sempre existiu da mesma forma, se se acha que ela está muito rápido e não está dando para fazer nada ou muito pouco o ideal é recalcular a quantidade de atividades e administrá-las dentro do que dá para ser feito. Afinal de contas, mais produtivo será o tempo se parar de reclamar a sua falta por aquilo que não se consegue cumprir dentro do prazo e passar a ver realmente tudo o que se pode fazer, tudo que há de bom e ver que se há o tempo o melhor é aproveitá-lo ao máximo.
sábado, 20 de dezembro de 2014
Estresse do Final de Ano
Nessa época é muito comum as correrias para preparar a ceia natalina, o réveillon, os presentes, o amigo secreto, os congestionamentos e filas. Nas ruas, nas lojas, nos shoppings, comércios populares, enfim, é sempre um tumulto de pessoas que se deixam tomar pela pressa, pela procura dos melhores produtos. Todos querem preparar a melhor ceia, acertar nos presentes, fazer com que tudo fique perfeito e com isso aparece a ansiedade, o estresse.
Então logo se pergunta: Afinal, o final de ano não era para ser uma época de descanso? A verdade é que nem sempre é assim. Os que ficam em casa normalmente tiram o momento para arrumá-la, para limpeza ou até mesmo nova construção, já os que saem enfrentam congestionamento, filas, procura de lugares para estacionamento, tudo para conquistar um espaço para os festejos de final de ano. Com tudo isso seria normal acreditar que final do ano não seja uma época simplesmente para relaxar, mas também, como apontam pesquisas e estatísticas, um momento em que há um aumento na taxa de estresse das pessoas.
Com ou sem estresse, o ideal é sempre planejar e no fundo não se preocupar tanto com tendências que se tornam muito comum na vida das pessoas, afinal, o melhor é aproveitar estes momentos para descansar e curtir mais a vida, fazer coisas novas e procurar evitar aborrecimentos.
Imagem disponível em hiltonmorumbi.com.br
domingo, 14 de dezembro de 2014
Aprender: Dor ou prazer?
Há uma célebre frase que diz que a vida é um eterno aprendizado, quanto mais vivemos mais experiência ganhamos e mais história temos a contar. Muitas podem ser as técnicas a serem desfrutadas para alcançar o aprendizado e por vezes muitos são os prazos determinados para que se aprenda sobre algo determinado. No entanto, comumente são dois os caminhos mais propícios para se alcançar o aprendizado: Pela dor ou pelo prazer.
Como aprendizado baseado na dor tem-se o castigo, ou seja, aprende-se pelo medo da trágica consequência decorrente de não realizar, ou não conseguir, uma determinada tarefa. Como exemplo, seria o aluno que não alcança a média final mínima para ser aprovado para a série, ano, seguinte do seu período escolar, que como castigo deve refazer a mesma série. No exemplo houve a falta de aprendizado da disciplina lecionada, se o aluno, mesmo que não goste de estudar a disciplina, se dedica para aprendê-la com a finalidade de simplesmente ser aprovado nela, teríamos um aprendizado estimulado pela dor. Talvez o mesmo aluno, fosse pressionado pelos pais que poderiam facilmente castigá-lo caso não alcançasse o objetivo. As demais formas de reprimir erros consistem em formas de disciplinar o individuo e desta forma forçá-lo a aprender a viver do modo considerado correto. Uma repressão típica pode se dar por advertências verbais. Castigos ainda podem ocorrer por abstinências impostas ou atos de contato físico (quando pais surram os filhos, por exemplo).
Já o aprendizado pelo prazer consiste não naquele imposto, mas aquele que se alcance pela vontade real de obtê-lo. Seria aquele "aprender pelo (gosto) aprender". É lógico que mesmo que se tenha um enorme estímulo para obter certo aprendizado não isenta as dificuldades de se aprender, no entanto, devido a vontade demonstrada, as dificuldades aparentemente tornam-se reduzidas, pois a visão do aprendizado é mais otimista quando se há prazer em aprender do que quando se trata de uma tentativa de aprender para simplesmente se livrar de algo que assusta, uma vez que o aprendizado pela dor é estimulado pelo medo.
De qualquer forma, seja por medo ou por gosto, o processo de aprendizado é contínuo e cada um carrega em si uma vasta experiência de vida que aumenta conforme a vivência diária. Sejam nos livros, nos meios de comunicação, nas viagens, no quotidiano, nas conversas com as pessoas. Enfim, sempre estaremos a aprender e nunca cessaremos este processo, afinal todo dia há algo novo a aprender.
Como aprendizado baseado na dor tem-se o castigo, ou seja, aprende-se pelo medo da trágica consequência decorrente de não realizar, ou não conseguir, uma determinada tarefa. Como exemplo, seria o aluno que não alcança a média final mínima para ser aprovado para a série, ano, seguinte do seu período escolar, que como castigo deve refazer a mesma série. No exemplo houve a falta de aprendizado da disciplina lecionada, se o aluno, mesmo que não goste de estudar a disciplina, se dedica para aprendê-la com a finalidade de simplesmente ser aprovado nela, teríamos um aprendizado estimulado pela dor. Talvez o mesmo aluno, fosse pressionado pelos pais que poderiam facilmente castigá-lo caso não alcançasse o objetivo. As demais formas de reprimir erros consistem em formas de disciplinar o individuo e desta forma forçá-lo a aprender a viver do modo considerado correto. Uma repressão típica pode se dar por advertências verbais. Castigos ainda podem ocorrer por abstinências impostas ou atos de contato físico (quando pais surram os filhos, por exemplo).
Já o aprendizado pelo prazer consiste não naquele imposto, mas aquele que se alcance pela vontade real de obtê-lo. Seria aquele "aprender pelo (gosto) aprender". É lógico que mesmo que se tenha um enorme estímulo para obter certo aprendizado não isenta as dificuldades de se aprender, no entanto, devido a vontade demonstrada, as dificuldades aparentemente tornam-se reduzidas, pois a visão do aprendizado é mais otimista quando se há prazer em aprender do que quando se trata de uma tentativa de aprender para simplesmente se livrar de algo que assusta, uma vez que o aprendizado pela dor é estimulado pelo medo.
De qualquer forma, seja por medo ou por gosto, o processo de aprendizado é contínuo e cada um carrega em si uma vasta experiência de vida que aumenta conforme a vivência diária. Sejam nos livros, nos meios de comunicação, nas viagens, no quotidiano, nas conversas com as pessoas. Enfim, sempre estaremos a aprender e nunca cessaremos este processo, afinal todo dia há algo novo a aprender.
domingo, 2 de novembro de 2014
Aniversário: Acender ou apagar uma velinha
Fonte: http:\\pt.dreamstime.com.
Um dos maiores hábitos existentes em diversas culturas dentre diversos povos é o de acender uma vela para comemorar cada ano de vida da pessoa, lógico que sobre o bolo de aniversário, isso quando não há a representação numérica da idade da pessoa indicada pela própria vela. Em geral, essa forma de visualização remete a ideia de contagem progressiva da idade a partir do momento do nascimento, o que nos dá a impressão de comemorarmos mais um ano de vida de um determinado indivíduo. De modo mais simplificado, seria como enxergar a passagem da vida a partir de sua origem, nascimento, e portanto, representarmos mais um ano de vida, o que significa acender mais uma vela ou uma nova vela (às vezes duas ou em casos mais escassos até três novas velas).
Assim como se pode comemorar uma ano a mais de vida, na visão geral e normal para uma sociedade, não seria nada desinteressante se uma certa pessoa enxergasse o lado complementar disso tudo, ou seja, ao invés de um ano a mais de vida o que ela enxergaria era um ano a menos de vida, e partindo desse pressuposto poderia-se recorrer ao ato de apagar uma vela à acender outra. Isto não seria absurdo se partir do pressuposto que a idade que se passa é uma idade que não retorna e por conta da lei natural da vida, há um ciclo vital ao qual todos estão subordinados e que o seu último estágio, que é a morte, vai se tornando cada vez mais próxima a medida que o tempo vai passando. Se olhar por este lado, poderia se imaginar que a cada instante de tempo vivido o indivíduo estaria "morrendo" para um determinado estágio da sua vida, algo bem natural ao ciclo da vida.
Como não se pode prever a finitude da vida do ser humano, mesmo tendo por base a expectativa de vida humana da região em que ele habita, logicamente não há como formar uma contagem regressiva da vida. É fato que se assim fosse vista à vida, as pessoas em geral não despertariam uma boa relação com as festas de aniversário, pois em geral a concepção da morte gera desconforto ao ser humano, e muito provável, um aniversário não seria uma festa. Em todo caso, quando se analisa a idade, quando se analisa o ciclo natural da vida e a sua expectativa, há lógica em enxergar um aniversário não como um ano a mais de vida, mas sim como um ano a menos de vida.
É lógico que o ciclo natural da vida nem sempre é completo, tendo o nascimento, crescimento, reprodução, envelhecimento e por fim a morte, e mesmo as expectativas de vida são fatores inconstantes que variam com o decorrer das épocas e do modo de viver humano, o que torna algo inviável o ato de "apagar uma velinha por ano", pois podemos prever a idade progressiva da vida, mas não a regressiva, mesmo sabendo que a vida tende a se encaminhar a sua finitude naturalmente, pois com o tempo o corpo envelhece, o organismo tende a enfraquecer, os órgãos, glândulas, células e demais partes do corpo se tornam mais debilitadas e limitadas devido ao processo natural do tempo de vida.
O ato de acender velas também faz parte da memória aos entes queridos, não se trata de uma exclusividade da comemoração da vida terrena, pois no fundo uma vela acesa representa sempre uma fonte de luz, luz essa que indica a esperança de uma vida. De qualquer forma, o melhor é acender as velinhas do bolo de aniversário e comemorar as lembranças das idades vividas ao lembrar da proximidade com a sua finitude.
domingo, 27 de julho de 2014
Aprendendo com as estórias
Muitas vezes pensamos em ensinar algo a alguém de forma impositiva, explicando claramente a situação e por vezes sentimos as dificuldades de fazer com que a pessoa entenda aquilo que a ela pretendemos transmitir. Algo que talvez a nós ou a outro se torne claro pode ser que a nós ou a outros não tenha o mesmo efeito. Neste caso, talvez pensemos que a pessoa definitivamente (ou nós mesmos) teria muita dificuldade em aprender algo.
Para vencer as dificuldades de aprendizados das disciplinas, temas e assuntos, muitos mestres e professores e mesmo outras pessoas que buscam transmitir aprendizado a alguém procuram meios mais eficazes de alcançar as suas intenções. Dentre os exemplos estão os macetes, as canções parodiadas e lógico as histórias. Inclusive, um bom recurso para transmitir ensinamentos, principalmente através das fabulas, que são histórias contadas com o intuito de retirar um ensinamento por meio dela. A leitura de fabulas costumava ser um recurso muito utilizado na escola primária, pois em geral são estórias curtas e de leitura bem simplificada, que além de seus ensinamentos ainda aprimora o aprendizado da leitura das crianças.
Mas as histórias não servem simplesmente para ensinar crianças, pois até mesmo Jesus se utilizou delas por meio de parábolas para transmitir seus ensinamentos ao povo judeu de sua época. Além do mais, é muito comum o uso de estórias e histórias em livro de auto-ajuda ou em palestras motivacionais, ou ainda para avisar situações de perigo ou transmitir alguns cuidados com certas atitudes e escolhas que se faz.
Portanto, se não conseguimos ensinar algo a alguém do modo tradicional, não custa nada usar de outros recursos, como as estórias.
sábado, 12 de julho de 2014
Valores
Normalmente quando se fala em valor logo nos vem a mente assuntos relacionado a dinheiro e bens, à aquilo que implica em poder e reconhecimento a alguém. Valorizar algo material seria como aplicar um preço a àquilo de modo a ser adquirido por outra pessoa. Valores também são comuns a serem aplicados às personalidades das pessoas, de modo que adquiram, portanto, aquilo que se costuma chamar de reputação. Neste sentido a preocupação maior quando se fala em valor, portanto, a um objetivo está relacionado ao seu preço enquanto que a para uma pessoa envolve a forma com que ela é simplesmente vista para os outros.
No lado material, existem pessoas que atribuem valores aquilo que tem que em muito supera o simples ato de aplicar um valor monetário ao seu pertence, uma vez que a ela o valor não se atribui simplesmente ao objeto físico em si e com todas as funcionalidades que ele tenha, mas sim no fato de que elas carregam seus sentimentos em cima daquilo que possuem, aquilo que chama-se de valor sentimental, que normalmente está atribuído a um acontecimento importante em sua vida, a sua história, a sua tradição, hábitos ou costumes. Isto normalmente envolve o seu ambiente de convívio, a sua terra, sua casa, o local em que mora ou nasceu, enfim, uma recordação ou lembrança. Para isso é difícil mensurar um preço a ser pago, em geral as pessoas nem sequer se desfazer de seus pertences com simplicidade. Situações assim são complicadas até para solucionar problemas com indenização, o que já aconteceu com famílias de vários lugares que tiveram que deixar seus locais de convívio para dar lugar a grandiosas construções feitas por governos (barragens, viadutos, aeroportos,...).
No lado da personalidade, o caso de valores pode estar atrelado não simplesmente a reputação, não importando tanto o que os outros acha ou como se ficará falado, mas relacionados a tradição e bons hábitos no sentido de preservar um modo justo para conduzir a vida pensando no bem que cada um pode oferecer, surgem então valores ligados dignidade da pessoa. Neste caso, não importa, o importante é contribuir e colaborar por bons gestos e atitudes que demostrem crescimento e vontade por fazer coisas boas, para manter o tradições e costumes bons, ou procurar mudar uma realidade que cultua aquilo que não está correto, aquilo que atrapalha a forma de viver dos que convivem próximos a nós. Ao pensar assim os valores passam a cultuar a pessoa em sua dignidade humana, enxergando o que há de bom nela e se preocupando com os ensinamentos que tragam maneiras de bom convívio, modo harmonioso e igualitário.
Ao pensar em valores definitivamente não se pode desprezar a história, as tradições e cosumes, muitas pessoas podem levar isto muito a sério.
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