Encontrar um elo entre duas definições claramente opostas parece ser uma das maiores dificuldades. Pessoas em geral são diferentes e por mais próximas que pareçam entre si, sempre haverá diferenças, seja em questão de opiniões, seja em questão de escolhas pessoais, seja em habilidades e dons, seja em gostos ou seja em vocações. Enfim, pessoas sempre vão apresentar distinções entre si. Mas seria isso um problema?
Certamente se as diferenças fossem problemas elas seriam de difícil solução. Há quem diga que a melhor maneira de lidar com as diversidades seja o respeito. No entanto, caberia a cada um de nós refletir o que seria esse respeito. Abandonar as próprias convicções para abraçar as convicções alheias achando que isso condiz com o respeito certamente não é algo prudente. Respeitar não pode ser confundido com um apoio, uma compactuação ou uma defesa. Até mesmo porque deixar uma posição para assumir outra simplesmente por acreditar ser isso um sinal de respeito pode levar a uma convicção puramente subordinada, a qual o poder de decisão é simplesmente transferido a outro, o que incorreria na alienação.
Entender que as diferenças existem e saber a importância disso é bom. Pois quando se há diferenças se há diversidades, principalmente em relação a habilidades e capacidades de realizar coisas distintas. Em uma empresa por exemplo há necessidade de diversas especialidades, que certamente são supridas por diversos profissionais e cada um deles terá suas próprias personalidades, suas características, qualidades e defeitos. Como sempre haverá imperfeição em todos em alguma função, a habilidade e especialidade de outros suprem essa falta. Assim, é mais produtiva uma equipe formada por diferentes que aquela formada por iguais, pois os iguais apresentam as mesmas habilidades e os mesmos defeitos, o que além de não suprir as debilidades da equipe ainda pode emergir os conflitos de ideias e perspectivas daqueles que detém as mesmas habilidades.
Assim, respeitar as diferenças não é abandonar suas capacidades e suas reflexões, respeitar é apenas compreender a necessidade do diferente, entender os porquês cada qual dentro de suas características pessoais, sem intrigas, sem excessos e exageros, convivendo em discursos coerentes e construtivos, compreendo cada momento e cada instante, sem se deixar descontentar por considerações ideológicas, políticas ou mesmo culturais. A igualdade em si deve se dar no respeito e na capacidade de enxergar a humanidade no próximo, porque de resto sempre haverá a diferença, e é a diferença que constrói a diversidade, a riqueza da diversidade.
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
terça-feira, 14 de maio de 2019
Relação humana com a meio ambiente
Diante de um questionamento podemos nos perguntar: o homem domina a natureza ou a natureza domina o homem? E talvez podemos nos surpreender em descobrir que nenhuma das opções pode nos levar a resposta certa. Mas, por que isso poderia acontecer?
Embora as ações humanas interfiram na natureza e em seu equilíbrio e de fato o homem poder aproveitar da maneira possível os recursos naturais e entender perfeitamente que suas ações podem trazer consequências bem desastrosas para o meio em que ocupam, inclusive implicando em crimes ambientais, em causar passivos e desequilíbrio ao ritmo normal de recuperação do próprio meio ambiente, não podemos deixar de ignorar que fenômenos naturais, independentemente da vontade humana também modificam a natureza e que esses acontecimentos não são recentes, mas que sempre estiveram presentes e que acontecem de tempos em tempos. Fenômenos naturais e catastróficos acontecem naturalmente em nosso planeta, como é o caso do vulcanismo, atividades sísmicas, tornados, furacões, tempestades, entre outros.
Há quem diga que a atividade antrópicas interfiram na qualidade do meio ambiente e certamente isso é verdade, porém não se deve exagerar e imaginar que tudo que venha a acontecer com as modificações ambientais sejam de responsabilidade da atividade humana. Lógico que aquilo que o homem pode fazer para melhorar a qualidade do ambiente em que vive é bom por implicar na consciência ecológica, ou seja, se conscientizar do meio em que vive e preservá-lo para mantê-lo sempre sustentável assegurando as melhores condições possíveis para viver. Por isso surge a necessidade de combater as poluições (química, sonora, visual,...) e contaminações (rios, ar, solo,...), preservar vegetações e espécies animais, usar conscientemente os recursos naturais sem desperdícios, enfim; tudo para que o ambiente se torne propício e sustentável. No entanto, existem diversos fatores que independem da ação humana e que geram fenômenos que implicam no funcionamento do ambiente.
Nas aulas de Geografia aprendemos que os fatores que modificam o relevo são tanto internos quanto externos, os fatores internos são aqueles que modificam o relevo pela estrutura interna da terra, como a movimentação de placas, atividades vulcânicas, formação de falhas, entre outros, enquanto que os fatores externos são aqueles que modificam o relevo por fenômenos externos a estrutura terrestres, como a ação pluvial ou fluvial, ou pela ação do vento e a ação do homem, que representa apenas um fator modificador. Ademais, o próprio efeito estufa que muito se atribui a culpa da ação antrópica não se deve somente as atividades humanas, e por mais que a humanidade se esforce para evitar tais mudanças o máximo que ele pode fazer ou é retardar ou simplesmente reduzir a parcela que de fato depende dele. O aquecimento global, por exemplo, muito pouco depende da ação do homem, pois ele não pode controlar os ciclos do Sol ou da Lua, ou mesmo os raios cósmicos ou movimentação das correntes marítimas. Tudo que ele pode fazer é reduzir é reduzir a parcela de dióxido de carbono que ele produz, mas mesmo assim não poderá evitar o funcionamento da natureza.
Quanto a natureza dominar o homem é difícil afirmar devido ao fato do homem procurar modificar ou lutar contra ela, ou ainda refletir sobre ela e procurar usá-la de modo a adquirir novas habilidades ou extrair seus recursos para desfrutá-la. Enfim, o ser humano é tentado a explorar o ambiente, a investigá-lo e procurar entender seu funcionamento para assim "dominar" a natureza, e em especial, a sua própria natureza. De qualquer forma, um ser humano não pode negar sua realidade biológica, ou caso queira, ele pode incorrer no risco de artificializá-la. Mesmo assim, a cópia será da própria natureza, como as flores de plástico ou grandes construções que copiem aquilo que funciona na meio ambiente (helicópteros como cópias das libélulas ou aviões inspirados em asas de pássaros). Enfim, afirmações de que o homem domina a natureza ou a natureza domina o homem são muito sutis e desafiadoras.
Embora as ações humanas interfiram na natureza e em seu equilíbrio e de fato o homem poder aproveitar da maneira possível os recursos naturais e entender perfeitamente que suas ações podem trazer consequências bem desastrosas para o meio em que ocupam, inclusive implicando em crimes ambientais, em causar passivos e desequilíbrio ao ritmo normal de recuperação do próprio meio ambiente, não podemos deixar de ignorar que fenômenos naturais, independentemente da vontade humana também modificam a natureza e que esses acontecimentos não são recentes, mas que sempre estiveram presentes e que acontecem de tempos em tempos. Fenômenos naturais e catastróficos acontecem naturalmente em nosso planeta, como é o caso do vulcanismo, atividades sísmicas, tornados, furacões, tempestades, entre outros.
Há quem diga que a atividade antrópicas interfiram na qualidade do meio ambiente e certamente isso é verdade, porém não se deve exagerar e imaginar que tudo que venha a acontecer com as modificações ambientais sejam de responsabilidade da atividade humana. Lógico que aquilo que o homem pode fazer para melhorar a qualidade do ambiente em que vive é bom por implicar na consciência ecológica, ou seja, se conscientizar do meio em que vive e preservá-lo para mantê-lo sempre sustentável assegurando as melhores condições possíveis para viver. Por isso surge a necessidade de combater as poluições (química, sonora, visual,...) e contaminações (rios, ar, solo,...), preservar vegetações e espécies animais, usar conscientemente os recursos naturais sem desperdícios, enfim; tudo para que o ambiente se torne propício e sustentável. No entanto, existem diversos fatores que independem da ação humana e que geram fenômenos que implicam no funcionamento do ambiente.
Nas aulas de Geografia aprendemos que os fatores que modificam o relevo são tanto internos quanto externos, os fatores internos são aqueles que modificam o relevo pela estrutura interna da terra, como a movimentação de placas, atividades vulcânicas, formação de falhas, entre outros, enquanto que os fatores externos são aqueles que modificam o relevo por fenômenos externos a estrutura terrestres, como a ação pluvial ou fluvial, ou pela ação do vento e a ação do homem, que representa apenas um fator modificador. Ademais, o próprio efeito estufa que muito se atribui a culpa da ação antrópica não se deve somente as atividades humanas, e por mais que a humanidade se esforce para evitar tais mudanças o máximo que ele pode fazer ou é retardar ou simplesmente reduzir a parcela que de fato depende dele. O aquecimento global, por exemplo, muito pouco depende da ação do homem, pois ele não pode controlar os ciclos do Sol ou da Lua, ou mesmo os raios cósmicos ou movimentação das correntes marítimas. Tudo que ele pode fazer é reduzir é reduzir a parcela de dióxido de carbono que ele produz, mas mesmo assim não poderá evitar o funcionamento da natureza.
Quanto a natureza dominar o homem é difícil afirmar devido ao fato do homem procurar modificar ou lutar contra ela, ou ainda refletir sobre ela e procurar usá-la de modo a adquirir novas habilidades ou extrair seus recursos para desfrutá-la. Enfim, o ser humano é tentado a explorar o ambiente, a investigá-lo e procurar entender seu funcionamento para assim "dominar" a natureza, e em especial, a sua própria natureza. De qualquer forma, um ser humano não pode negar sua realidade biológica, ou caso queira, ele pode incorrer no risco de artificializá-la. Mesmo assim, a cópia será da própria natureza, como as flores de plástico ou grandes construções que copiem aquilo que funciona na meio ambiente (helicópteros como cópias das libélulas ou aviões inspirados em asas de pássaros). Enfim, afirmações de que o homem domina a natureza ou a natureza domina o homem são muito sutis e desafiadoras.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Um Triste Recomeço
Mal começa o ano e inúmeras tragédias acontecem, muitas famílias de luto, muitos acontecimentos lamentáveis e sonhos tão breves sendo interrompidos. Situações assim se espalham por diversos cantos e lugares. E depois que tudo isso passa o que sobra é a dor, é o luto, é o sentimento de falta e o desalento. Mas é preciso continuar e seguir a vida porque a vida continua é o que lembra a frase do senso comum.
Certamente não é uma tarefa simples voltar a vida ao normal depois de uma perda ou de uma grande decepção. É necessário aceitar a perda e continuar a vida, sempre buscando recuperar ou aliviar aquilo que não se tem mais, em certos casos deixar aquilo só como parte de uma lembrança, aceitar o fato e seguir a diante. Quando alguém deseja "força" a uma família ou a alguém em situação muito delicada o que de fato ela quer é isto, que se aceite o fato e recomece, mesmo que de um jeito diferente. No entanto isso não é simples, não é uma situação confortável, o desejo serve para dar ânimo a uma mudança necessária, mas que precisa de muita força de vontade, pois se não houver, a pessoa passará momentos constantes de tristeza e melancolias, ansiedades, desânimo ou na pior das hipóteses depressão.
Diante de um mau acontecimento muito acham que o esquecimento é o melhor a ser feito, e desse modo se desvencilhar de tudo que traga a lembrança tal fato para que a partir daquele momento nova vida se faça. Entretanto esse sentimento não é unânime, cada ser age conforme sua forma diante de um fato trágico, e assim a lembrança não seria algo ruim, pois se tem a chance de refletir sobre aquilo que deixou saudade, sobre como as coisas eram e o que elas se tornaram. Se a lembrança não prende a pessoa ao passado e só serve como um alento sobre aquilo que um dia existiu não há problemas em recordar o passado, por mais triste que o fosse.
Outro fato importante é que lembrar tragédias e erros do passado podem ser edificantes no presente e no futuro, isso desde que os cuidados com as falhas do passado sirvam de lição e aprendizado para que eles não voltem a ser cometidos e ainda que eles sejam tratados com maior disposição a fim de preveni-los. Muitas melhoras acontecem de grandes tristezas vividas.
Muito se diz que diante de uma dor é necessário força de vontade de recomeçar e que diante de um sofrimento é que se deve ser mais forte e voltar revigorado dele. Não se deve ser indiferente e apático a uma grande dor, mais após uma queda ou fracasso deve-se remir forças e buscar fazer com que o depois seja melhor que o antes. Enquanto uns vêem o sofrimento como uma causa irreparável, outros o vêem como uma oportunidade de se fortalecer é procurar momentos melhores e revigorantes.
Seja como for, o recomeço nunca é simples, as respostas no início são desesperadoras e com o tempo elas se tornam imprevisíveis, somente quem vive a situação saberá ao certo como que com o tempo reagirá. Mesmo que haja psicólogos, psiquiatras ou outros especialistas, é a que a pessoa que a vive que deverá saber como melhor reagir a dor.
Certamente não é uma tarefa simples voltar a vida ao normal depois de uma perda ou de uma grande decepção. É necessário aceitar a perda e continuar a vida, sempre buscando recuperar ou aliviar aquilo que não se tem mais, em certos casos deixar aquilo só como parte de uma lembrança, aceitar o fato e seguir a diante. Quando alguém deseja "força" a uma família ou a alguém em situação muito delicada o que de fato ela quer é isto, que se aceite o fato e recomece, mesmo que de um jeito diferente. No entanto isso não é simples, não é uma situação confortável, o desejo serve para dar ânimo a uma mudança necessária, mas que precisa de muita força de vontade, pois se não houver, a pessoa passará momentos constantes de tristeza e melancolias, ansiedades, desânimo ou na pior das hipóteses depressão.
Diante de um mau acontecimento muito acham que o esquecimento é o melhor a ser feito, e desse modo se desvencilhar de tudo que traga a lembrança tal fato para que a partir daquele momento nova vida se faça. Entretanto esse sentimento não é unânime, cada ser age conforme sua forma diante de um fato trágico, e assim a lembrança não seria algo ruim, pois se tem a chance de refletir sobre aquilo que deixou saudade, sobre como as coisas eram e o que elas se tornaram. Se a lembrança não prende a pessoa ao passado e só serve como um alento sobre aquilo que um dia existiu não há problemas em recordar o passado, por mais triste que o fosse.
Outro fato importante é que lembrar tragédias e erros do passado podem ser edificantes no presente e no futuro, isso desde que os cuidados com as falhas do passado sirvam de lição e aprendizado para que eles não voltem a ser cometidos e ainda que eles sejam tratados com maior disposição a fim de preveni-los. Muitas melhoras acontecem de grandes tristezas vividas.
Muito se diz que diante de uma dor é necessário força de vontade de recomeçar e que diante de um sofrimento é que se deve ser mais forte e voltar revigorado dele. Não se deve ser indiferente e apático a uma grande dor, mais após uma queda ou fracasso deve-se remir forças e buscar fazer com que o depois seja melhor que o antes. Enquanto uns vêem o sofrimento como uma causa irreparável, outros o vêem como uma oportunidade de se fortalecer é procurar momentos melhores e revigorantes.
Seja como for, o recomeço nunca é simples, as respostas no início são desesperadoras e com o tempo elas se tornam imprevisíveis, somente quem vive a situação saberá ao certo como que com o tempo reagirá. Mesmo que haja psicólogos, psiquiatras ou outros especialistas, é a que a pessoa que a vive que deverá saber como melhor reagir a dor.
terça-feira, 11 de dezembro de 2018
Economia x Ecologia
Uma das conciliações necessárias e mais emblemáticas que se tem e aquela entre economia e ecologia. Para muitos, o avanço da economia, cujo alvo é altamente lucrativo, por vezes é irresponsável e danoso ao meio ambiente. Do mesmo modo, há quem acredite que a preocupação exagerada com questões ecológicas e ambientais represente um "freio" prejudicial ao avanço econômico. É bem verdade que um país ou região para se tornar desenvolvida deve gerar renda e se apoiar em atividades lucrativas geradoras e mantenedoras de recursos, porém a preocupação com aquilo que é gerado direta e indiretamente por aquela atividade não deve ser menosprezado e dentro desta preocupação certamente as questões ambientais relevantes não devem ser ignoradas.
Um dos problemas ao se constatar a conciliação entre economia e ecologia mais visível claramente se dá no campo, em que diversas áreas florestais são devastadas para ceder lugar á agricultura e pecuária, além da derrubada e venda ilegal de madeira, que é uma atividade, embora ilegal, muito lucrativa, e garimpo de metais em áreas de preservação ambiental. Olhando sobre tudo isso, a impressão que se dá de fato é que os aspecto ecológico impõe uma limitação ao avanço econômico, ainda mais quando se discute a queima de combustíveis fósseis e o agravamento do aquecimento global. Gerar renda e produtividade, fazer negócios e estabelecer comercio de modo a girar a economia local, regional e nacional são questões que buscam todas as nações, porém há que se pensar em uma maneira de fazer com que tudo isso caminhe em conjunto.
Na realidade atual, quando uma empresa consegue transmitir uma mensagem de consciência ambiental ela acaba por passar uma boa imagem de si, como se fosse uma empresa consciente, comprometida com as próximas gerações, como se isso agregasse a ela um valor, que por sinal possui um peso e que reflete e impacta nos seus produtos. Quando se vende uma imagem assim, ela vende também a imagem de seriedade, compromisso e visa a buscar pontos de seus clientes. Só que é muito importante que essa imagem não esteja apenas estampada em uma propaganda de marketing, mas que de fato se pense sobre os impactos que uma atividade traga ao ambiente para reduzir os passivos ambientais e o mantenho produtivo, segura e saudável por longos anos, considerando inclusive a população do entorno e os recursos naturais próximos, como rios, nascentes, solos, florestas, entre outros.
Pode não ser uma tarefa fácil, mas é uma tarefa necessária. Quando se fala em crescimento sustentável, o que se pensa não é de fato a curto prazo, mas sim a médio e longo prazo. Lógico que quando se pensa em curto prazo, as questões ecológicas poderiam representar uma limitação do avanço da economia, pois exigiria alguns cuidados e talvez até gastos iniciais que não mostrariam algo lucrativo no primeiro momento, além de limitar o avanço de algumas atividades. No entanto, isso se torna necessário para preservar a atividade rentável por um tempo mais prolongado, de modo a garantir saúde, qualidade e comprometimento, evitando possíveis problemas que venham a ser gerados em decorrência da atividade pecuniária.
Um dos problemas ao se constatar a conciliação entre economia e ecologia mais visível claramente se dá no campo, em que diversas áreas florestais são devastadas para ceder lugar á agricultura e pecuária, além da derrubada e venda ilegal de madeira, que é uma atividade, embora ilegal, muito lucrativa, e garimpo de metais em áreas de preservação ambiental. Olhando sobre tudo isso, a impressão que se dá de fato é que os aspecto ecológico impõe uma limitação ao avanço econômico, ainda mais quando se discute a queima de combustíveis fósseis e o agravamento do aquecimento global. Gerar renda e produtividade, fazer negócios e estabelecer comercio de modo a girar a economia local, regional e nacional são questões que buscam todas as nações, porém há que se pensar em uma maneira de fazer com que tudo isso caminhe em conjunto.
Na realidade atual, quando uma empresa consegue transmitir uma mensagem de consciência ambiental ela acaba por passar uma boa imagem de si, como se fosse uma empresa consciente, comprometida com as próximas gerações, como se isso agregasse a ela um valor, que por sinal possui um peso e que reflete e impacta nos seus produtos. Quando se vende uma imagem assim, ela vende também a imagem de seriedade, compromisso e visa a buscar pontos de seus clientes. Só que é muito importante que essa imagem não esteja apenas estampada em uma propaganda de marketing, mas que de fato se pense sobre os impactos que uma atividade traga ao ambiente para reduzir os passivos ambientais e o mantenho produtivo, segura e saudável por longos anos, considerando inclusive a população do entorno e os recursos naturais próximos, como rios, nascentes, solos, florestas, entre outros.
Pode não ser uma tarefa fácil, mas é uma tarefa necessária. Quando se fala em crescimento sustentável, o que se pensa não é de fato a curto prazo, mas sim a médio e longo prazo. Lógico que quando se pensa em curto prazo, as questões ecológicas poderiam representar uma limitação do avanço da economia, pois exigiria alguns cuidados e talvez até gastos iniciais que não mostrariam algo lucrativo no primeiro momento, além de limitar o avanço de algumas atividades. No entanto, isso se torna necessário para preservar a atividade rentável por um tempo mais prolongado, de modo a garantir saúde, qualidade e comprometimento, evitando possíveis problemas que venham a ser gerados em decorrência da atividade pecuniária.
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Feliz Ano Novo
Receber uma mensagem de feliz ano novo a uma semana de acabar o mês de outubro deve ser algo muito estranho, porque ou a pessoa que deseja isso está adiantada ou está muito atrasada. No entanto serve para lembrar que o ano iniciou e está caminhando para o seu fim e rever ainda antes de seu término se de fato aquelas promessas da passagem do ano estão ou não sendo cumpridas.
São muitos os acontecimentos durante o ano em nossa vida, muitos são bons, outros nem tanto, alguns excelentes e maravilhosos, outros tristes, irritantes e melancólicos. Muitos deles ainda estão sendo vividos neste exato momento, outros são frutos de instantes anteriores que ocorreram ainda este ano. Em cada parte, em cada canto do mundo um acontecimento diferente que interage em diferentes níveis com a nossa vida e certamente tudo acaba por interferir naqueles votos que fizemos de boas entradas no ano que se inicia.
No início havia sonhos, metas, idealizações e realizações, mudanças de comportamento, de hábitos, de costumes. Prometia-se a felicidade, a paz, o amor, a caridade. Praticar mais exercícios físicos, entrar na academia, perder peso, mudança para hábitos alimentares mais saudáveis, um novo emprego, viajar, conhecer o mundo, ter mais tempo com os filhos e com a família, aprender uma nova habilidade, uma nova língua, a tocar um instrumento musical, fazer um curso de especialização ou uma graduação, casar-se ou encontrar um grande amor, um(a) companheiro(a). Isso é muito mais são foram os votos e credenciais de um ano melhor e promissor. Nove meses se passaram, o décimo mês logo se encerra. Restarão mais dois meses e a pergunta ainda se faz: os votos e promessas de início de ano estão se cumprindo? Já se cumpriram? Este mês está sendo de amor, paz, prosperidade, saúde e felicidade?
Manter o referencial dos votos de entrada com o passar do tempo e seus acontecimentos certamente não é uma tarefa fácil, além de necessitar muita vontade e dedicação eles visam nossa vigilância constante em busca de metas e objetivos. Com o tempo as dificuldades vêm, coisas das quais não se esperava e nem sequer queria-se que acontecesse. Estipular uma meta é mais fácil que mantê-la, e cumpri-la exige esforço, dedicação e vontade constante. O que acontece é que as pessoas costumam ser voláteis, mudam de hábitos constantemente, perder o foco de suas metas, contam com os imprevistos e postergam-se seus sonhos. A dificuldade financeira ou um problema familiar pôde postergar um sonho de viajar e conhecer um novo lugar, um novo país. As ocupações do trabalho e a correria do dia-a-dia pôde atrapalhar aquela hora prometida a dedicar mais a família. O falecimento de familiares e amigos próximos ou mesmo o sofrimento por causa de uma doença pôde ter ofuscado o brilho daquela felicidade que tanto se desejava e tantos outros acontecimentos da vida.
De qualquer forma, o ano ainda não terminou e até o dia 31 de dezembro dá muito tempo para diversos acontecimentos, quem sabe ainda a meta de inicio de ainda possa ser cumprida e aqueles votos de boas entradas, quiçá até esquecidos durante o decorrer do ano, possam ser vividos e revividos. Por isso, dedico os votos de feliz ano novo!
São muitos os acontecimentos durante o ano em nossa vida, muitos são bons, outros nem tanto, alguns excelentes e maravilhosos, outros tristes, irritantes e melancólicos. Muitos deles ainda estão sendo vividos neste exato momento, outros são frutos de instantes anteriores que ocorreram ainda este ano. Em cada parte, em cada canto do mundo um acontecimento diferente que interage em diferentes níveis com a nossa vida e certamente tudo acaba por interferir naqueles votos que fizemos de boas entradas no ano que se inicia.
No início havia sonhos, metas, idealizações e realizações, mudanças de comportamento, de hábitos, de costumes. Prometia-se a felicidade, a paz, o amor, a caridade. Praticar mais exercícios físicos, entrar na academia, perder peso, mudança para hábitos alimentares mais saudáveis, um novo emprego, viajar, conhecer o mundo, ter mais tempo com os filhos e com a família, aprender uma nova habilidade, uma nova língua, a tocar um instrumento musical, fazer um curso de especialização ou uma graduação, casar-se ou encontrar um grande amor, um(a) companheiro(a). Isso é muito mais são foram os votos e credenciais de um ano melhor e promissor. Nove meses se passaram, o décimo mês logo se encerra. Restarão mais dois meses e a pergunta ainda se faz: os votos e promessas de início de ano estão se cumprindo? Já se cumpriram? Este mês está sendo de amor, paz, prosperidade, saúde e felicidade?
Manter o referencial dos votos de entrada com o passar do tempo e seus acontecimentos certamente não é uma tarefa fácil, além de necessitar muita vontade e dedicação eles visam nossa vigilância constante em busca de metas e objetivos. Com o tempo as dificuldades vêm, coisas das quais não se esperava e nem sequer queria-se que acontecesse. Estipular uma meta é mais fácil que mantê-la, e cumpri-la exige esforço, dedicação e vontade constante. O que acontece é que as pessoas costumam ser voláteis, mudam de hábitos constantemente, perder o foco de suas metas, contam com os imprevistos e postergam-se seus sonhos. A dificuldade financeira ou um problema familiar pôde postergar um sonho de viajar e conhecer um novo lugar, um novo país. As ocupações do trabalho e a correria do dia-a-dia pôde atrapalhar aquela hora prometida a dedicar mais a família. O falecimento de familiares e amigos próximos ou mesmo o sofrimento por causa de uma doença pôde ter ofuscado o brilho daquela felicidade que tanto se desejava e tantos outros acontecimentos da vida.
De qualquer forma, o ano ainda não terminou e até o dia 31 de dezembro dá muito tempo para diversos acontecimentos, quem sabe ainda a meta de inicio de ainda possa ser cumprida e aqueles votos de boas entradas, quiçá até esquecidos durante o decorrer do ano, possam ser vividos e revividos. Por isso, dedico os votos de feliz ano novo!
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Laicidade e Laicismo
Dizemos que o Estado é laico, o que significa uma autonomia entre Estado e Igreja, seja a religião que for, no entanto, atualmente vem sendo corrente aqueles que preguem uma distinção completa e até mesmo uma hostilidade contra todo e qualquer sentimento que religue a um sentimento religioso, como se tudo que fosse de competência do Estado necessitasse uma ausência completa de tudo que envolve uma moral religiosa. Mas será que de fato do Estado ser laico é condizente com isso? E por que isso acontece?
A História mostra claramente que em tempos passados, principalmente na Idade Média a influência da Igreja sobre o Estado era muito marcante, de modo que o que valia para a Igreja era também o que valia ao Estado. Isso certamente, com o avançar do tempo, trouxe descontentamento a muitos, e com as revoluções e acontecimentos históricos sociais foi desenvolvida a separação do Estado e da Igreja, de modo que cada qual possa atuar de modo independente um do outro. Quando o Estado não interfere na prática religiosa ele permite que várias confissões religiosas sejam realizadas de modo a respeitar suas culturas, ritos e tradições, além é claro, de respeitar aqueles que se colocam como ateístas.
O que está muito em voga ultimamente não é a laicidade, mas sim o laicismo. Por vezes, correntes de pensadores e intelectuais, tendem a tornar laicidade e laicismo como sinônimos, de modo a justificar o Estado não como laico, mas sim como laicista. Deste modo, as pessoas que detém responsabilidade por qualquer tema voltado ao Estado deveriam deixar seu sentimento religioso de lado, e por vezes até mesmo ser combatido, pois uma decisão defendida por um grupo de pensadores livres poderia enfrentar uma dificuldade muito grande de adesão quando as partes envolvidas na decisão levam em conta a sua moral religiosa na decisão.
Embora seja visto o Estado como algo laico, é perceptível o quão a cultura moldada em padrões religiosos existe, pois mesmo a moral e a ética são mais fortes dentro de uma perspectiva religiosa. Se a intenção do laicismo é destruir esta fundamentação de moral e ética baseada em preceitos religiosos muito rígidos e por ora conservadores, o melhor é certamente ensinar as pessoas que o Estado deve ser construído dentro de uma perspectiva que abandone esses valores, pois assim as mudanças e revoluções culturais serão bem mais fáceis de serem implantadas. Não é a toa que Karl Marx já dizia que a religião é o ópio do povo, pois para implantar sua ideologia o melhor seria destruir os valores morais religiosos e assim as pessoas seriam mais fáceis de se tornarem adeptas de seu pensamento.
Enfim, laicidade e laicismo são duas definições distintas, na qual a laicidade prevê que o funcionamento do Estado e da religião independem um do outro, mas em momento algum se põem como antagonistas e todas as formas de crenças são respeitadas, inclusive o ateísmo, muito diferente do laicismo, na qual o principal objetivo é combater e perseguir as confissões religiosas, desmoralizando-as e desqualificando-as. Pensamentos fundamentalistas não são características próprias de dogmas e doutrinas religiosas, mas também ideológicas, no sentido de reduzir toda uma verdade ao seu meu mero consentimento, sem oferecer espaço a reflexão de outros pontos de vista, ainda que esses não sejam atraentes.
Se o Estado é democrático é porque o poder emana do povo, e o povo escolhe seus representantes tendo em vista a posição deles. Se eles não agradarem então que não sejam eleitos. Assim, os governantes são o reflexo daquilo que o povo quer. Não cabe a nenhuma confissão religiosa a interferência nesse processo, porém também não cabe tirar a religiosidade daqueles que são eleitos democraticamente pelo povo.
A História mostra claramente que em tempos passados, principalmente na Idade Média a influência da Igreja sobre o Estado era muito marcante, de modo que o que valia para a Igreja era também o que valia ao Estado. Isso certamente, com o avançar do tempo, trouxe descontentamento a muitos, e com as revoluções e acontecimentos históricos sociais foi desenvolvida a separação do Estado e da Igreja, de modo que cada qual possa atuar de modo independente um do outro. Quando o Estado não interfere na prática religiosa ele permite que várias confissões religiosas sejam realizadas de modo a respeitar suas culturas, ritos e tradições, além é claro, de respeitar aqueles que se colocam como ateístas.
O que está muito em voga ultimamente não é a laicidade, mas sim o laicismo. Por vezes, correntes de pensadores e intelectuais, tendem a tornar laicidade e laicismo como sinônimos, de modo a justificar o Estado não como laico, mas sim como laicista. Deste modo, as pessoas que detém responsabilidade por qualquer tema voltado ao Estado deveriam deixar seu sentimento religioso de lado, e por vezes até mesmo ser combatido, pois uma decisão defendida por um grupo de pensadores livres poderia enfrentar uma dificuldade muito grande de adesão quando as partes envolvidas na decisão levam em conta a sua moral religiosa na decisão.
Embora seja visto o Estado como algo laico, é perceptível o quão a cultura moldada em padrões religiosos existe, pois mesmo a moral e a ética são mais fortes dentro de uma perspectiva religiosa. Se a intenção do laicismo é destruir esta fundamentação de moral e ética baseada em preceitos religiosos muito rígidos e por ora conservadores, o melhor é certamente ensinar as pessoas que o Estado deve ser construído dentro de uma perspectiva que abandone esses valores, pois assim as mudanças e revoluções culturais serão bem mais fáceis de serem implantadas. Não é a toa que Karl Marx já dizia que a religião é o ópio do povo, pois para implantar sua ideologia o melhor seria destruir os valores morais religiosos e assim as pessoas seriam mais fáceis de se tornarem adeptas de seu pensamento.
Enfim, laicidade e laicismo são duas definições distintas, na qual a laicidade prevê que o funcionamento do Estado e da religião independem um do outro, mas em momento algum se põem como antagonistas e todas as formas de crenças são respeitadas, inclusive o ateísmo, muito diferente do laicismo, na qual o principal objetivo é combater e perseguir as confissões religiosas, desmoralizando-as e desqualificando-as. Pensamentos fundamentalistas não são características próprias de dogmas e doutrinas religiosas, mas também ideológicas, no sentido de reduzir toda uma verdade ao seu meu mero consentimento, sem oferecer espaço a reflexão de outros pontos de vista, ainda que esses não sejam atraentes.
Se o Estado é democrático é porque o poder emana do povo, e o povo escolhe seus representantes tendo em vista a posição deles. Se eles não agradarem então que não sejam eleitos. Assim, os governantes são o reflexo daquilo que o povo quer. Não cabe a nenhuma confissão religiosa a interferência nesse processo, porém também não cabe tirar a religiosidade daqueles que são eleitos democraticamente pelo povo.
segunda-feira, 9 de julho de 2018
Os Re"ciclos" da Vida
Cdoisas iniciam, coisas terminam, padrões servem para o agora e modificam amanhã e logo voltam a valer. Poderia-se esperar que algo que faz sucesso hoje logo passa e nunca mais retorna, ficaria preso ao passado. Porém tão logo é relembrado e novamente esquecido.
Dizem que a vida é dinâmica, que padrões muitas vezes são momentâneos e devem ser atualizados constantemente, assim funciona com as leis, assim funciona com as concepções, assim funciona com os comportamentos e mesmo com a moda. Os estilos de vestimentas e roupas são os maiores exemplos de efemeridade, um estilo é sempre momentâneo com a época e por algum motivo, muitas vezes não bem esclarecido eles são retomados. Muito disso nem se quer ganha a atenção dos seguidores de tendências, eles agem por impulso, por uma motivação midiática ou externa para valoriza algo que está em alta, que está no clímax da sociedade.
A verdade é que muitas vezes se vive em função de uma preocupação ou evento que se torna o centro das atenções, a sociedade vai se atualizando conforme enxerga a necessidade daquilo que vive e a realidade dos fatos que se apresenta. Especulações científicas, tecnológicas, politicas e econômicas também servem para despontar o assunto do momento. Um exemplo a se destacar disso tudo, dentre tantos outros, poderiam ser os aparelhos de telefonia móvel, os celulares, que inicialmente eram grandes, depois o ideal era os tê-los o mais compacto possível e que agora com a tecnologia dos celulares inteligentes (os smartphones) eles voltam a ganhar importância em seus tamanhos e quiça no futuro os modelos mais compactos e menores possíveis voltem a ganhar destaque ou ainda o avanço tecnológico os substitua por outra tecnologia mais avançada e atrativa.
Mas são muitas as áreas e aspectos da vida que podem sofrer este ciclo. A tendência, de maior frequência, é o processo de urbanização, pessoas deixarem o campo para formar as cidades (por oras grandes cidades), no entanto, em algumas, surge espontaneamente a vontade por retomar a vida rural, isso lógico com o passar do tempo e com a maturidade. Isso também pode ocorrer em diversos processos migratórios, adaptações e readaptações.
Enfim, em tantos momentos, épocas e instantes, a vida vai se formando em ciclos, ora mais curtos, oras mais longos, sejam eles periódicos, sejam eles aperiódicos, e com ele a vida vai se equilibrando, se construindo e se desconstruindo, se inventando e se reinventando e expondo toda a sua dinamicidade.
Dizem que a vida é dinâmica, que padrões muitas vezes são momentâneos e devem ser atualizados constantemente, assim funciona com as leis, assim funciona com as concepções, assim funciona com os comportamentos e mesmo com a moda. Os estilos de vestimentas e roupas são os maiores exemplos de efemeridade, um estilo é sempre momentâneo com a época e por algum motivo, muitas vezes não bem esclarecido eles são retomados. Muito disso nem se quer ganha a atenção dos seguidores de tendências, eles agem por impulso, por uma motivação midiática ou externa para valoriza algo que está em alta, que está no clímax da sociedade.
A verdade é que muitas vezes se vive em função de uma preocupação ou evento que se torna o centro das atenções, a sociedade vai se atualizando conforme enxerga a necessidade daquilo que vive e a realidade dos fatos que se apresenta. Especulações científicas, tecnológicas, politicas e econômicas também servem para despontar o assunto do momento. Um exemplo a se destacar disso tudo, dentre tantos outros, poderiam ser os aparelhos de telefonia móvel, os celulares, que inicialmente eram grandes, depois o ideal era os tê-los o mais compacto possível e que agora com a tecnologia dos celulares inteligentes (os smartphones) eles voltam a ganhar importância em seus tamanhos e quiça no futuro os modelos mais compactos e menores possíveis voltem a ganhar destaque ou ainda o avanço tecnológico os substitua por outra tecnologia mais avançada e atrativa.
Mas são muitas as áreas e aspectos da vida que podem sofrer este ciclo. A tendência, de maior frequência, é o processo de urbanização, pessoas deixarem o campo para formar as cidades (por oras grandes cidades), no entanto, em algumas, surge espontaneamente a vontade por retomar a vida rural, isso lógico com o passar do tempo e com a maturidade. Isso também pode ocorrer em diversos processos migratórios, adaptações e readaptações.
Enfim, em tantos momentos, épocas e instantes, a vida vai se formando em ciclos, ora mais curtos, oras mais longos, sejam eles periódicos, sejam eles aperiódicos, e com ele a vida vai se equilibrando, se construindo e se desconstruindo, se inventando e se reinventando e expondo toda a sua dinamicidade.
Assinar:
Postagens (Atom)